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Família

Viajando sem os filhos

27.06.2016
Lu Ferreira

Desde antes da Bia nascer eu já sabia que em Junho teria um evento em SP e que precisaria viajar sem ela. Antes de aceitar fiz as contas: “Ela vai estar com quase sete meses na data do evento, acho que já vai ser ok viajar sem ela por um período curto”… Eu mal sabia que Junho seria um mês super ocupado por aqui, e que a viagem pro tal evento (que foi sábado!) não seria a primeira desse tipo. Se uma viagem da semana que vem se confirmar, terei ido a SP todas as semanas desse mês. Sempre viagens curtas (em algumas durmo uma noite, outras são o famoso bate e volta no mesmo dia), mas ainda assim é uma baita mudança na nossa rotina!

E o que mais tem me impressionado nessas ocasiões não é a saudade ou qualquer estranhamento dela (que até agora não existiu), mas a reação das pessoas. Quando me encontram em SP as pessoas perguntam: “Nossa, mas e a bebê?” “Opa, segunda vez em SP nesse mês, largou sua bebê de novo?” “Ai, você não fica mal?”… E quer saber? Não fico não. Claro que morro de saudades, mas até certo ponto sentir saudades é bom! Desde que ela nasceu ganhei mais um motivo pra sempre querer voltar pra casa =)

viagem

O que me deixa mal é perceber o quanto a nossa sociedade é machista e estranhe que uma mãe possa ter vida própria, viajar (nesses casos, a trabalho, mas e se fosse a lazer, qual o problema?), ter compromissos, ou seja, existir longe do filho. Antes da primeira viagem eu fiquei curiosa em como seria a primeira noite longe dela. Toda primeira vez gera uma expectativa, né? E minha noite foi muito tranquila. Cheguei cansada do meu compromisso, dormi pesado e acordei cedíssimo pra voltar pra casa no dia seguinte. Fim. Estava tranquila porque minha filha estava com o pai, que divide comigo absolutamente todas as responsabilidades e cuidados com ela.
Outra reação que incomoda é quando falo isso, que ela está com o pai… “Mas a sua mãe foi ajudar?” “Mas a babá ficou junto, né?”.  Não gente, ninguém foi ajudar. Se eu, adulta, responsável, dou conta de cuidar de um bebê, porque o pai, igualmente adulto e responsável, não daria? Ele é menos capaz que eu? As mulheres passam por uma escola secreta de como cuidar de bebês em algum ponto da vida que não me avisaram?

Fico muito tranquila em fazer essas viagens por dois pontos: o primeiro é saber que ela está muito bem cuidada e cercada de todo amor do mundo quando estou fora. Se tivesse de deixá-la com alguém que não confiasse 100% preferiria não ir, mas tenho a sorte de ter uma super rede de apoio. O segundo é que Bia tem uma coisa que pouquíssimas crianças têm a sorte de ter, que é a nossa presença em casa quase o tempo todo (afinal fazemos home office!). Por mais que trabalhemos durante o dia, enquanto a babá cuida, é bem diferente: ela nos vê o tempo todo e sempre rola um momento de intervalo em que ela tem a nossa completa atenção, coisa que quem trabalha fora não consegue dar. Nada mais gostoso do que poder dar um colo e brincar com ela um pouco na pausa da tarde, ou conseguir de vez em quando preparar a comidinha ou fruta que ela vai comer no dia.

Sei que a ideia de viajar sem os filhos é tensa pra muita gente – seja por não existir o desejo de viajar sem o bebê ou mesmo por não ter quem cuide bem dos filhos nesse período, mas por aqui as viagens fazem parte do nosso estilo de vida. Eu sempre viajei a trabalho, é importante pro que eu faço e acho que o fato de sempre saber disso tornou a coisa mais tranquila quando surgiu. Bia já é bem viajada pra quem tem sete meses de vida – é bem legal ver ela participando desses momentos tão típicos na nossa família, é como uma pecinha se encaixando, sabe? Mas além das viagens a trabalho e em família também penso em viajar só com Leo daqui algum tempo – somos um casal antes de sermos pais e acho importante fazer coisas em casal também.

Quando eu era criança meu pai viajava constantemente a trabalho. Lembro dele passando a semana fora e trazendo um presentinho quando voltava, lembro das marmitinhas com comida de avião que eu achava o máximo quando ele trazia pra casa (e brigava com a minha irmã por elas hahaha), e hoje somos super próximos – sempre fomos. A minha preocupação ao viajar sem ela seria que isso poderia nos afastar de alguma forma – é estranho pensar no meu bebê longe de mim e bem – mas tenho exemplo dentro de casa que isso só acontece se a gente deixar e por isso sigo tranquila. Espero que quando ela cresça ela goste tanto de viajar quanto o resto da família =)

136 Comentários  |  Deixar Comentários

Comentários:
  1. Annie    27/06/2016 - 08h15

    Perfeito, Lu!!!! nossa sociedade, fala demais. E acho também, que comentários desse tipo, são porque as pessoas na verdade não tem coragem de fazer o mesmo, vivem uma vida hipócrita. ainda não tenho filhos, mas estamos planejando, e quando tiver quero poder criar dessa forma, desde cedo a criança tem que se acostumar com a rotina da casa, e não mudarmos nossa rotina em função da criança. espero que um dia você possa proporcionar um evento no RJ, com as suas eleitoras cariocas. um grande beijo, Annie.

  2. Gabriela Avila    27/06/2016 - 08h19

    Oi Lu, tudo bom?

    Fico mega feliz por ver que está tudo dando certo por aí. Eu tenho uma dúvida mais na parte prática. Como você faz com relação a mamadas, vc deixa o leite já ‘tirado’? Ela fica tranquila com mamadeira? Não quero julgar de qualquer forma, mas eu trabalho e penso em ter filhos em uns 5 anos, mas morro de medo de voltar a trabalhar depois de 4 ou 6 meses. Não sei como o bebê fica, pq eu só tenho um bebê por perto e ele sempre procura a mãe pra tudo, aí fico nervosa de deixar meu filho assim todo dia sozinho (sem mim ou o pai) e ele chorar infinitamente. Mas anyway, fico muito feliz por ver que dá certo e por ver o companheirismo entre você e Leo na hora de dividir as responsabilidades sobre a Bia. Vocês são uma família linda linda! Beijos!

  3. Maria Clara    27/06/2016 - 08h47

    Cara, um texto nunca fez tanto sentido para mim. Obrigada por fortalecer a discussão materna e maternalista!

  4. Priscila Sousa    27/06/2016 - 09h19

    Lu, este comentário é apenas para agradecer. Agradecer por esse conteúdo acolhedor e que certamente ajuda a muitas mães a se libertarem de muitas neuras e cobranças, e nos mostra que a vida pós filhos pode ser mais leve e menos traumática.

  5. Beatris    27/06/2016 - 09h55

    Muito interessante a matéria, é super natural e saudável, o pai participar em tudo.
    Muito legal.
    Parabéns.

  6. Angela    27/06/2016 - 09h56

    Lu, adorei o post, e dou total razão pelo fato de que a mulher tem o direito sim de viajar.
    Tenho uma pergunta, qual é a área que você escolheu em design gráfico?

  7. Camila    27/06/2016 - 10h11

    Oi, Lu! Pra variar, concordo total com o que disse no post! Meu bb está fazendo seis meses essa semana e também trabalho praticamente home office. Mas quando tenho que sair, na maioria das vezes quem fica com ele é minha mãe, que trabalha junto comigo, pois o marido trabalha fora. Quando as saídas são à noite, ele fica com o pai, e super bem.

    Mas ainda não estou conseguindo ter a independência que precisava para cumprir todos os meus compromissos de trabalho por causa da amamentação. Ele ainda mama muito, e, durante à noite, quando acorda, somente mamar acalma… Às vezes penso que o problema é que, por estar quase o tempo todo junto com ele, a livre demanda acostumou ele a mamar mesmo quando não era necessariamente fome, sabe? Não acho isso errado, afinal, as necessidades dos bebês vão muito além de mamar e dormir, né?

    Agora estou sentindo que preciso criar uma rotina que me dê um pouquinho mais de independência. Me sinto mal, às vezes, por não conseguir passar um dia todo fora a trabalho, como fazia normalmente antes do bb nascer.

    Não sei se falou sobre isso recentemente, mas, como está a rotina de amamentação por aí? Melhorou bastante depois dos seis meses?

  8. RENATA CLIMACO    27/06/2016 - 10h13

    Perfeito Lu! Adoro ler seus textos!!! E esse você acertou mais uma vez na mosca!!! Parabéns!

  9. Malu Frazão    27/06/2016 - 10h18

    “Outra reação que incomoda é quando falo isso, que ela está com o pai… “Mas a sua mãe foi ajudar?” “Mas a babá ficou junto, né?”. Não gente, ninguém foi ajudar. Se eu, adulta, responsável, dou conta de cuidar de um bebê, porque o pai, igualmente adulto e responsável, não daria? Ele é menos capaz que eu? As mulheres passam por uma escola secreta de como cuidar de bebês em algum ponto da vida que não me avisaram?”

    Disse tudoooooo! Não sei como viveria sendo homem e com as pessoas supondo que eu seria incapaz pra mil coisas kkkk 100or! Trabalhe mesmo, viaje mesmo, e seja a melhor mãe que você puder. Como uma professora do meu sobrinho disse a minha irmã uma vez: “filho gosta de mãe feliz. Se trabalhar te faz feliz, não ache que ele vai sofrer por causa disso”. :*

  10. Suely Leite    27/06/2016 - 10h21

    Perfeito Lu. Não tenho filhos, mas se tiver um dia, penso como você. A sociedade é muito machista, inclusive as mulheres. O pai deve ter as mesmas responsabilidades que a mãe. Ridículo achar que é papel da mãe sozinha cuidar do filho, e muito bem dito, anyes de serembpais, vocês são um casal. ???? Cada dia gosto mais do seu blog. ???

  11. fabi    27/06/2016 - 10h23

    Tá certíssima vc Lú! Pra essas coisas não existe certo ou errado e sim ser feliz da forma q vcs acham certa! A Bia não vai se sentir menos amada e sim vai aprender com os pais o valor do trabalho! Beijooo!

  12. Camilla Ribeiro    27/06/2016 - 10h25

    Oi, Lu! Eu tenho 21 anos e eu sei que meus pais viajavam sem mim, mesmo sem completar um ano de vida. Minha mãe falava que não era fácil, morria de saudade (era mais que um dia). Eu ficava com a minha avó e avô na época, que era em outra cidade. E não lembro de nada, obviamente. Quando meu irmão nasceu, meus pais também viajavam só os dois, e nos deixavam na casa dos meus avôs novamente. E olha, nunca fiquei com raiva, ou me senti abandonada, e acho até que foi importante para a separação, soubemos lidar com a saudade, mas entender que não somos colados nos pais. Até hoje meus pais viajam sozinhos, mas ficamos sozinhos em casa, tranquilamente. Então, com um depoimento do outro lado- filha- acho super certo você e o Léo pensarem em viajar sozinhos. Ela vai ter orgulho de vocês, pois acima de tudo são um casal.

  13. Michele    27/06/2016 - 10h27

    As primeiras férias da creche do meu bebê de final de ano não coincidiu com as minhas do trabalho. Ele tinha 1ano e 5 meses. Ficou 1 mês na casa dos avós em Florianópolis. Moro em Joinville 180km de distância. Íamos de 15 em 15 dias. E a partir dessa época ele começou a ir todos os anos entre Dez e final de Janeiro. Isso quando não ia em Julho tb. Hoje tem 16 anos e continua indo. As pessoas se espantavam com essa situação com expressões do tipo: Nossa vc não tem saudades? Meu filho não dorme longe de mim… Claro que tinha saudades, mas era muito bom pra independência dele. Sempre foi uma criança que não estranhava os outros. Dormia onde fosse necessário. E Nos como casal ja tínhamos nossa época de férias tb. Bjs Lu.

  14. Amanda    27/06/2016 - 10h37

    Concordo com você Lu! As responsabilidades aqui em casa são as mesmas para ambos! Fazemos tudo! Acho um absurdo a sociedade achar que o pai tem que “ajudar”! Ajudar? Não!! Ele é pai! Não ajuda, e sim exerce o papel de pai, como eu de mãe!
    Adoro ler e ver seus vídeos, pois me identifico muito! Um beijo Lu!

  15. Tatiane Lima    27/06/2016 - 10h47

    O pior da maternidade é essa tal da culpa, que mesmo em situações onde não estamos sentindo, as demais pessoas insistem nos colocar. Incrível como chegam a ser desagradáveis. Lembro quando voltei de licença maternidade (meu bb já estava com 7 meses) e da sensação maravilhosa de liberdade que tive. Voltei a me enxergar como indivíduo na quele momento e isso deixou muita gente incomodada. Todos me perguntavam porque eu não estava chorando (eu deveria?) e eu respondia que tinha certeza que meu filho estava bem, pois estava com o pai (que na época estava somente estudando a noite) e a avó. A sociedade não é nada complacente com a maternidade.

  16. Tamy    27/06/2016 - 10h48

    Ai, Lu, benvinda ao mundo dos palpites. Gente, como cansa. Eu me incomodava mais no começo, mas aprendi a passar por surda esses momentos… tinha desde gente que nunca me viu na vida me julgando pq ia na academia depois dela dormir e a com o pai até familiares que eu amo muito me falando que eu tava fazendo tudo errado com ela. Sério, tem vezes que além de me revoltar, me machucava demais.

    No fundo, acho que é importante respirar fundo e nos focar em ser o exemplo e ensinar aquilo que achamos correto e que nos faz sentido como mulher e como pessoa para os nossos filhos.

    Concordo com vc em tudo. Acredito que os pitacos diminuem com a sua postura, como aconteceu comigo, mas não param nunca, infelizmente.

  17. Cicília    27/06/2016 - 10h49

    Quando é a lazer e constantemente, sendo bebê, ainda estranho um pouco, mas quando é a trabalho é necessário, eu trabalho vários finais de semana e meu esposo também cuida bastante.

    Temos mega sorte de ter companheiros que realmente são pais.

  18. Letícia    27/06/2016 - 10h54

    Bom dia Lu!
    Adoro o seu comentário! Também concordo absolutamente com você, os pais também devem ajudar na criação dos filhos, não me conformo que as pessoas sejam tão machistas a ponto de achar que somente as mulheres tem a responsabilidade sobre a criança!

    Parabens!

  19. Paula Fonseca    27/06/2016 - 10h55

    Lú, também temos um filhinho de 3 anos, e agora que vamos nos casar. Se Deus quiser em novembro, mas queremos fazer uma viagem de lua de mel a dois, e ele ficará com minha sogra que é uma mãe na verdade. E como ele é uma criança de creche, está acostumado a passar fins de semana na casa dela sem a gente e fica numa boa. Só que muitas pessoas falaram “Nossa vcs vão viajar sem ele, tadinho’. Na verdade acho que isso é normal e não tem problema algum, até porque lua de mel é uma vez na vida e ele estará bem e cercado de amor.
    Bjos. Adoro seu blog.

  20. Priscila    27/06/2016 - 10h57

    Oi Lu, parabéns pela matéria, e concordo com você, estou grávida de três meses e sempre fui de acordo que pai e mãe não podem se anular. Tudo tem seu tempo, claro que com bebê muito pequeno é complicado, mas depois sempre haverá uma maneira de sair para jantar, um compromisso de trabalho, etc… infelizmente vivemos sim em uma sociedade onde as pessoas acham que podem tomar decisões e dar opiniões na sua vida sem pensar. É engraçado que se fosse para ajudar a fila seria menor kkk, te acompanho ja faz um tempo, e nunca escrevi, sou a leitora não praticante, que olha seus vídeos, te segue mas redes sociais e admira seu trabalho e do Leo é claro, mas sempre fica em off. Parabéns pelo trabalho de vocês, pela família linda que contruiram e continuem assim sempre buscando o melhor.

  21. Luíza    27/06/2016 - 10h58

    Lu,

    Acompanho seu blog há bastante tempo mas nunca comentei, adoro seus posts sobre maternidade e apesar de não ter filhos me identifico e aprendo muito com sua forma de pensar. Obrigada por compartilhar suas experiências e essa nova forma de maternar, pra que nós filhas de um novo mundo (graças a Deus) possamos ter certeza que dá pra conseguir equilíbrio nas relações e nos realizarmos profissional e pessoalmente, sem culpa.

    Pra VC e pra sua família linda, tudo de bom!

    Ah, já viu o canal “hell mother”? Recomendo.

  22. Priscilla    27/06/2016 - 11h18

    SIMPLESMENTE DE-MAIS! Lu, ainda não sou mãe, mas cada vez me identifico mais e mais com sua forma de pensar e agir… Você tem se tornado cada vez mais uma inspiração para mim, adoro sua personalidade forte, prática, e ao mesmo tempo, simples! Muito sucesso sempre! Beijo grande.

  23. Layla    27/06/2016 - 11h21

    Adoro esses posts. Sei que o objetivo final dele pode não ser esse, mas o considero um excelente texto de empoderamento feminino, que aliás é o que eu tenho percebido nos teus textos desde a gravidez.
    Não sei se essa não era uma veia muito forte em ti, ou se ela apenas ficou mais evidente com os relatos da gravidez, parto e cuidados com a criança, mas tenho gostado cada vez mais!
    Já acompanho o blog há bastante tempo e acho que ele, assim como você, estão cada vez melhores.
    Parabéns, Lu. Pelo blog, pelas experiencias vividas e por dividir tudo com a gente. Um beijo carinhoso :**

  24. isabella    27/06/2016 - 11h22

    Todo apoio! Ainda não sou mãe, mas pretendo logo mais e acho ridículo esse mimimi das mães. Parecem que montam um complô para sabotarem umas as outras. Siga sempre seu instinto! Faça o que for conveniente a vc!
    bjs p sua linda família!

  25. Laína Laine    27/06/2016 - 11h30

    Lu, a sociedade é machista mesmo. Todos ficam impressionados que tenho dois irmãos pequenos e quem cuida e faz tudo é o nosso pai que tem 75 anos. E muito melhor que muitas mães por aí!!!

    Sua família é linda e tenho certeza que a Bia já se orgulha muito dos pais e a família que tem! Beijos!

  26. Isadora    27/06/2016 - 11h33

    Lu, não entendo essas perguntas desnecessárias…afinal a Bia está com o pai. Ele também viaja à trabalho para fotografar casamentos…Você é uma super mãe e a Bia é uma fofurinha que dá vontade de apertar e beijar toda vez que ela aparece nos vídeos ou no Snap. Aproveita muito cada fase dela, passa tão rápido… Você estava linda na entrevista da Record, fica com Seus, bjsss e muito mais sucesso!!!

  27. Valquíria Falcão    27/06/2016 - 11h40

    Lu você está super certa. Amei desde a primeira vez que você falou sobre isso tanto aqui quanto no YouTube que você ainda estava grávida…. E é engraçado que duvido que alguém perguntou sobre o Léo precisar viajar a trabalho e deixar a Bia. Como se a presença do pai não fosse tão importante quanto o dá mãe. Parabéns amo seus posta e vídeos sobre Bia e família e a forma que vocês têm lidado com cada situação mesmo sendo marinheiros de primeira viagem. Bjs

  28. lili    27/06/2016 - 11h43

    Eu acho que as pessoas que falam “Nossa, mas e a bebê?” “Ai, você não fica mal?” sentem muita inveja de vc. Principalmente por vc ter um marido que consegue cuidar da filha. A maioria dos homens não é assim, infelizmente. Esse texto aqui diz tudo, não lembro o autor:
    “Ser pai não é ajudar.
    É cuidar.
    É ser parte de uma família. É ser sujeito ativo do grupo em que se insere. Ativo. Participante.
    Em uma dinâmica onde não há papéis principais mas, sim, participações conjuntas. Sem protagonistas. Sem coadjuvantes. Que é o que se busca com o empoderamento coletivo:
    um lugar onde todos assumam seus papeis enquanto indivíduos plenos,
    sem que seu protagonismo represente a opressão do outro.
    Ajuda a gente pede para o eletricista, a diarista, o advogado, o professor, cuja contribuição é remunerada.
    Cuidado com o filho não é ajuda. Ajuda não é cuidado. Ajudar é prestar um favor. E quem está “fazendo o favor” de prestar assistência não está, fundamentalmente, cuidando.
    A paternidade – como a maternidade – não pode ser vivida na base do “ajudar = prestar favor”.
    Não comemoro a paternidade que ajuda a trocar fralda, ajuda a dar banho, ajuda a cuidar da casa
    em que ele próprio vive, ajuda a educar as crianças.
    Eu comemoro a paternidade do cuidado. O pai cuidador.
    Feliz de você, pai que cuida de suas crianças.
    Feliz de você, que teve a chance de ajudar, mas preferiu cuidar.
    Feliz de você, que teve a chance de ser pai mas preferiu ir além.
    Preferiu cuidar de gente.”

  29. ZILANDRA BATISTA RODRIGUES    27/06/2016 - 11h44

    Eu imagino que viajar sem os filhos nos deixam deslocadas, nao tenho filhos mais imagono e vejo minhas irmas como ficam rsrs, mais saber que esta bem cuidada e que tem muito amor sempre faz toda diferença
    GRANDE BEIJO

  30. Ana Pinheiro    27/06/2016 - 11h47

    Lú, concordo plenamente com você, está certíssima!!!!! Meu filho tem 1 ano e 6 meses, retornei ao trabalho ele tinha 5 meses e meio, e fico fora o dia todo! os julgamentos são inevitáveis, mas eu não preocupo com eles. Eu sou advogada, as vezes faço audiências em outra cidade (bate e volta normalmente), dormir ainda não consegui pois Ele ainda mama no peito, acabou fazendo o meu peito de chupeta para dormir, já que nunca usou bico por que não quis. Assim, para dormir fora ainda acho complicado…para mim , já tive que dispensar diversas viagens de uma dia para outro por esse motivo. Como você fez? Foi tranquilo nesse aspecto de amamentação? parabéns por seu trabalho, sou sua fã!
    beijos

  31. Larissa    27/06/2016 - 11h57

    Graças ao bom Deus mães como você e eu tem aparecido cada vez mais no mundo!!! Voltei a trabalhar fora quando meu bebe tinha apenas 3 meses, e hoje, mesmo ele tendo 1 ano e 4 meses as pessoas ainda estranham que eu tenha minha vida completamente normal e separada do meu filho! Acho essa “distancia” completamente saudável tanto para mim (mãe) como para meu filho, estou ensinando a ele que distancia não significa menos amor ou menos apego. Parabéns pelo trabalho, pela qualidade e pela mãe incrível que é! Beijos

  32. Erika    27/06/2016 - 12h18

    Oi, Lu! Concordo com você. Mas te digo que palpiteiros e julgadores existem para todos os tipos de mães. Eu sou mãe em tempo integral, porque minha filha ainda não vai à escola, e eu trabalho meio-período, de casa mesmo. E já ouvi muito “Mas você NUNCA larga da sua filha!?” E é claro que eu “largo”. Mas se eu tiver a opção e a disposição, eu prefiro estar sempre com ela. É uma escolha minha. Como todo mundo tem direito às suas escolhas, seja por opção ou por necessidade. Então o que eu posso te dizer é: vai se acostumando a fazer cara de alface e simplesmente ignorar esses tipos de comentários. Cada fase do bebê e da criança nos leva a novas escolhas. E, infelizmente, sempre vai aparecer gente inconveniente para te questionar e te irritar. >.< Beijos!

  33. Lorena Suhett    27/06/2016 - 12h23

    |Achei muito legal o post, principalment pq vc e o Leo dividem a responsabilidade.
    Viajei a trabalho por 1 semana quando minha filha já tinha 1a2meses. Eu ainda amamentava à noite e de manhã. O pai cuidou dela “sozinha” por uma semana. Lógico que precisamos ajustar a rotina um pouco por conta de horários (um leva e outro busca na creche), mas ele fez questão, justamente pelo que vc falou. Ele é pai e tem a mesma responsabilidade e “capacidade”. às vezes muitas mulheres reclamam que os pais não participam, mas as próprias mulheres não dão este espaço aos pais.
    Super concordo que os filhos vão se adptando à rotina dos pais.
    Parabéns e um beijinho na fofa da Bia. ;)

  34. Ju    27/06/2016 - 12h24

    Eu fico indignada quando alguém fala algo do tipo “mas ficou só com o pai”? uai, o pai é tão responsável quanto a mãe.
    A internet também anda com mania de cobrar/crucificar mães que trabalham. Minha mãe sempre trabalhou e nos saímos muito bem. Sempre trabalhei e vou continuar o fazendo quando tiver bebê.
    No fim o que importa é dar amor e tempo de qualidade.
    Parabéns pela cabeça boa de vocês.

  35. Joselia    27/06/2016 - 12h24

    Sumplesmente perfeito!!!

  36. Carol    27/06/2016 - 12h43

    O meu bebê tem a Bia e já estou começando a me acostumar com esses comentários. SEMPRE TEM!! Se vc faz algo de um jeito, sempre terá alguém julgando e dizendo que deve ser de outro. Não importa o que for, da menor coisa a maior. O melhor é deixar pra lá e fazer o que é certo pra nossa família. Também tenho um marido que participa de todos os cuidados, e quando deixo meu filho com o pai todo mundo fica impressionado, como se ele não fosse capaz. Já me perguntaram até, poxa, mas vc não fica preocupada com o pai cuidando? Não imagino pessoa melhor pra cuidar do nosso filho do que o pai dele. Acho que ainda vem da cultura de antigamente, onde o homem trabalhava e a mulher cuidava do filho… Vai saber rs. Bjss

  37. Paula    27/06/2016 - 12h50

    Lu, to precisando urgente essa semana comprar a cadeira elevação para alimentação.
    Você indica aquela da 1st que comprou? bjs obrigada!!!

  38. Gabriela Ribeiro    27/06/2016 - 12h55

    Lu! te admiro tanto! como mulher, esposa, profissional, filha, irmã e agora mãe!
    Acho super valido ter uma vida normal mesmo com um bebe em casa! Parabéns por suas atitudes.

    Deixa eu te dar uma sugestão! faz um vídeo falando sobre essa nova fase da Bia, com as papinhas e frutinhas e sobre a amamentação também! Vai ser super legal!

    Beijos e amo você e sua família!!

  39. Carla Marques    27/06/2016 - 13h19

    Concordo com absolutamente tudo, principalmente na parte em que, sabendo que a criança está bem e está com o pai, é muito mais fácil viajar. O pai tem que ser tão presente e competente como a mãe, afinal 50% do trabalho e da responsabilidade é dele.
    Cá em casa é igual e, sabendo que a minha filha está com o pai, quando tenho que viajar sozinha fico muito mais descansada. Mas confesso que ainda me custa um bocadinho… Na primeira vez que viajei em trabalho, andava bem quando estava ocupada mas depois, quando tinha tempo para pensar, ficava mal mesmo. Cheguei a fazer algumas coisas bem paranóicas como esta aqui: http://www.vinilepurpurina.com/2015/11/17/loucuras-de-mae-ou-o-que-as-saudades-fazem/

  40. Glau    27/06/2016 - 13h53

    Falou tudo Lu! Se eu achasse que o meu marido não fosse capaz de cuidar do nosso filho, acho que nem escolheria ter filho com ele, não é mesmo? rs
    bjinhos

  41. Daiane Hubner    27/06/2016 - 14h08

    O máximo!!!

    Léo é um exemplo de pai.
    Vai fazer seu trabalho mesmo, porque a gente adora e essa lindeza está sendo muito bem cuidada, essa família está mudando esses padrões que não sei quem colocou.

    Adoro vocês!!!!

  42. Bianca    27/06/2016 - 14h35

    Não tem uma palavra desse post que eu consiga discordar.

  43. Cristina    27/06/2016 - 14h44

    Lu, adorei o post!

    Aqui em casa é totalmente o oposto em algumas coisas, por causa da nossa vida mesmo!

    E dá-lhe palpite!!!… esse povo é preocupado demais com a vida alheia, ne?

    Eu e o meu marido trabalhamos o dia inteiro fora e não temos a oportunidade do contato no meio do dia. :(
    As vezes viajamos a trabalho, separados, sempre uma noite fora no máximo.
    Então reservamos o fim de semana, feriados e viagens para ficar juntinho com as crianças.
    Em 5 anos nunca viajamos sem as crianças por opção nossa mesmo.
    Já saímos várias vezes só nos dois, é claro, mas viagem mesmo sem ser trabalho nunquinha.
    Não sei quando vai acontecer, pois temos vontade de viajar com filhos e não sem eles!

    mil beijos para a sua linda família!!!!!

  44. Talita Rodrigues Nunes    27/06/2016 - 14h45

    É bem por aí, Lu! O bebê faz parte da família, mas não é a única parte importante dela.
    Por aqui ainda não rolou propriamente uma viagem sem o filho (hoje com 3 anos), mas ele já passou férias na casa dos avós por uma semana.
    Mesmo as viagens de fim de semana com ele são mais relaxadas agora: nós aproveitamos para deixá-lo dormindo na casa dos avós e nos curtimos como casal :)
    Escrevi sobre isso no meu blog:
    http://somelhora.com.br/index.php/2016/06/21/viagens-mudanca-rotina-bebe/

  45. Daniela Rad    27/06/2016 - 14h51

    Falou e disse, Lú! Adoro saber que têm mais mulheres que pensam como eu, assim fica mais fácil mudar alguns padrões…bjao!

  46. Monique    27/06/2016 - 14h56

    Lu, você escreveu tudo que eu penso a respeito de maternidade. Nunca entendi isso de a mulher imediatamente se transformar num ser sem vida que só existe no papel de mãe e junto do filho. Outro dia uma amiga minha veio criticar uma blogueira que foi para uma semana de moda e “largou” o filho em casa. Perguntei se ela estava louca, falei que além de ser o trabalho dela e ela precisar fazer, o filho nao vai morrer porque ficou alguns dias longe da mãe e a mãe tem o direito de ter vida própria que não envolva o filho, ainda que não fosse trabalho.

    Ainda não tenho filhos, mas tenho uma visão de maternidade muito parecida com a sua. Moro longe da minha família e da família do meu marido e não quero ter babá, trabalho fora e minha ideia é que a criança fique na creche enquanto trabalho. O ponto é, eu e meu marido só teremos um ao outro para cuidar do bebê e eu trabalho tanto quanto ele, de modo que os cuidados vão ter que ser totalmente divididos.

    Concordo muito quando você fala em viajar sem a Bia, ora, vocês são um casal, agora não podem mais ter momentos de casal só porque tem um filho? Enfim, gosto muito quando você escreve estes textos, trazem uma visão muito lúcida e prática da maternidade, coisa que está faltando em muitas famílias e em muitas mulheres por aí.

    Beijos!

  47. Mariana Vieira    27/06/2016 - 15h03

    Que legal! Pois quando vejo que você viajou e a Bia ficou com o Leo, sinto o maior orgulho… hehehe… Como se eu fosse da família mesmo! Penso: que bacana! Pq apesar de pra mim ser algo bem natural, pois sempre tive um pai PAI, ainda vejo muitas pessoas, homens e mulheres, que pensam: nossa… que legal, ele troca frauda de vez em quando!! Acho que isso vem mudando com o tempo e espero que mude cada vez mais, que fique mais natural e menos espantoso! Beijos, Lu!

  48. Juliana Lago    27/06/2016 - 15h05

    Oi Lu.. eu sou a menina que te encontrou junto com a Júlia no elevador do hotel, acredito que tenha sido nesse evento de sábado que você mencionou no post. Bom, o assunto do post fala sobre algo que acontece comigo também. Meu filho hoje tem 5 anos, mas me lembro bem da primeira viagem que fiz sem ele. Ele tinha 6 meses na época, tive que viajar para frequentar um curso do meu trabalho, foram 3 dias, e o deixei com meus pais. Apesar da saudade eu fiquei tranquila em saber que ele estava em excelentes mãos, afinal eram meus pais, não exista ninguém em quem eu confiasse mais. Mais recentemente, para ir ao evento de sábado, o deixei com o pai dele, e como você mesma colocou, o pai tem sim toda a capacidade e responsabilidade de cuidar de uma criança sem o auxílio de uma mulher. Nesses 5 anos de vida do meu filho, já o deixei também com o meu pai (que cuida dele melhor até do que eu, inclusive ele tem a melhor receita do mundo para bumbum assado de neném, e esteriliza mamadeiras como ninguém! kkk) e também com meu irmão, que também é padrinho dele e não tem namorada para ajudar. hahaha. Apesar de eu nunca ter ficado mais do que 3 dias sem meu pequeno, e evito ficar porque morro de saudades, eu acho totalmente normal, saudável, e compreensível a mãe viajar seja a trabalho, a lazer ou o que for, e deixar o filho aos cuidados de alguém de confiança. Não é esse curto período de ausência que vai deixar os laços mais fracos. Existem pessoas que estão diariamente na presença dos filhos, entretanto não sabem dar a eles tempo de qualidade. Então nem dê ouvidos às pessoas que adoram opinar na vida alheia. Você sabem quem você é e sabe o que é bom para si e para sua família. E outra, com certeza existem pessoas à sua volta que te amam e que podem te dar conselhos muito mais valiosos do que quem acha que te conhece por te acompanhar pela internet.
    Desculpe-me pelo textão! Só quero finalizar externando o meu apoio ao seu posicionamento e dizendo que “fiquei morrendo de vergonha de não ter pedido para tirar uma foto contigo e com a Júlia. Vocês estavam com malas e de saída, e eu não quis incomodar. Agora pensa no arrependimento!” Espero poder encontrá-las novamente qualquer dia para poder registrar com uma foto. No mais sigo acompanhando tanto o blog quanto o canal, que, diga-se de passagem, é um dos poucos blogs que ainda frequento quase que diariamente. Prometo comentar mais. hahaha. Um beijão

  49. Rafaela    27/06/2016 - 15h36

    Olá LU… Parece que você entrou na minha mente e trouxe pro blog, rsrs… Penso extatamento como você. Tenho uma filha de 05 anos e sempre vi como nossa sociedade é machista… O Pai não tem problema viajar, trabalhar, mas quando é a mãe que confessa o desejo de viajar sem os filhos, seja por lazer ou trabalho, já olham como um monstro insensível que não nasceu pra ser mãe…Eu e meu marido sempre dividimos tudo dos cuidados com ela e isso só nos fortaleceu como casal e nos vínculos com ela também.

    Beijos

  50. Nayra Paiva    27/06/2016 - 15h39

    Oiiii, Luh! Que post lindo!
    Só consegui enxergar mais uma vez a mulher guerreira e brilhante que você é. Creio que isso dá um empurrãozinho para as suas leitoras mamães que às vezes passa por fases iguais à sua. A Bia está cada vez mais linda e sábado já completou 7 meses! OMG! Como passou rápido, além disso, é muito bom ver como a sua vida mudou mas que você faz de tudo para conciliar o profissional com o pessoal e, acima de tudo, continuar sendo mulher, mãe, esposa, amiga…. Adoooro você e essa sua família linda! Felicidades e sucesso sempre! Um beijooo <3

  51. Patrícia    27/06/2016 - 15h42

    Oi Lu, sempre acompanho o seu blog, meu filho nasceu em junho do ano passado, por isso adoro ler seus posts sobre maternidade! Gostaria muito de saber se a Bia não sentiu falta da amamentação durante a sua viagem, penso em viajar, mas fico com receio da reação do meu filho se ficar sem mamar nesse período…
    Obrigada e sucesso!

  52. Tamíris Moreira    27/06/2016 - 15h57

    Você não imagina o quanto amei seu texto!! A sociedade machista, além de exigir um trilhão de vezes mais da mãe, ainda trata o homem como um ser imaturo e irresponsável. Acham que a esposa tem que cuidar do marido, que o pai não dá conta de cuidar de um filho sozinho, enfim, tratam o homem sempre como uma eterna criança, apoiando-se em um mito de que ‘a mulher amadurece mais rápido’ e que ‘homem é assim mesmo’. Em qualquer situação imaginável em que existe um homem e uma mulher envolvidos, a culpa de qualquer coisa ‘ruim’ que acontecer sempre vai ser da mulher. A sociedade culpa a mulher quando ela sofre estupro, culpa a mulher por ‘seduzir homem casado’ quando o homem é infiel e trai sua companheira, culpa a mulher até mesmo quando ela é uma criança de 13 anos, dizendo que ela seduziu o homem mais velho. É claro que no cuidado com os filhos não seria diferente: a mulher tem que ser a supermãe que faz absolutamente tudo, enquanto o homem é o coitadinho incapaz. Parabéns pra você e para o Leo por romperem com essa lógica machista e serem essa família maravilhosa que vocês são! Vocês estão sendo um exemplo pra todas as famílias que acompanham vocês.

    (Desculpe pelo comentário gigante! hahaha. Ah, e você conhece a Hel Mother? Conheci o canal dela no fim de semana e recomendo muito!!)

  53. Carla    27/06/2016 - 16h05

    Oi Lu!

    Super concordo com você em tudo que disse.
    Quando a Bia crescer ela vai gostar de viajar e vai se orgulhar em saber que enquanto ela estava crescendo, a mamãe dela estava crescendo e ajudando várias pessoas a crescer também.

    Beijos

  54. Fernanda    27/06/2016 - 16h28

    Amo quando você escreve textos compartilhando essas experiências. E adoro esse seu olhar diferente (que para mim é muito mais real) e leva muito mais a sério que quando se tem um filho, o mesmo é dos dois, do pai e da mãe.
    Parabéns, o blog está incrível.

  55. Tatiana    27/06/2016 - 16h39

    Ótimo relato! Não sou mãe, mas também fico impressionada como a sociedade é machista em temas como a maternidade e vários outros! Bom saber que tem pessoas que pensam igual a mim :)

  56. Bianca    27/06/2016 - 16h42

    Certíssima, Lu!
    Tenho um filho de 4 anos e já passei por todas as experiências: viajamos com ele, sem ele em casal, sozinha à trabalho, sozinha à lazer, meu marido já viajou a trabalho também e nunca tivemos problema! Só temos babá durante o dia e no período em que estamos no trabalho. Quando o primeiro chega em casa, ela vai embora. Fazemos tudo juntos, dividimos as responsabilidades e ele dá conta tanto quanto eu. E sempre escuto se meu marido me ajuda, se ele consegue ficar sozinho. A minha própria mãe acha estranhíssima a dedicação dele como pai e logo ela, uma mulher, é machista com relação a isso!!!!!! Surreal a nossa sociedade, precisamos evoluir muito.

  57. Renata    27/06/2016 - 16h55

    Me lembro que quando voltei da licença maternidade do meu primeiro filho, hoje com 4 anos, a primeira coisa que ouvi, ainda no estacionamento, foi: nossa, vc deve estar morrendo, né? Confirmei com a cabeça assustada, só por “educação”, mas me dei conta naquele momento como não estar mal longe dos filhos é estranho para as pessoas. Eu estava tão tranquila por ir ao trabalho! Desde pequenininho ele ficou em casa com o pai ou vice-versa para resolvermos coisas na rua… Aqui também é o mesmo esquema, tanto faz os dois filhos estarem comigo ou com o pai, mas todo mundo acha que um homem sozinho é incapaz de cuidar de crianças. Tem sempre de ter uma mulher, e de preferência a avó materna. Se queremos uma educação igualitária, os papéis entre os pais têm de ser também divididos. Nós, mulheres, quando mães, queremos ser imprescindíveis. Mas acho que temos de desapegar disso, pois a qualquer momento podemos faltar, por mais horrível que isso seja…

  58. Suelen    27/06/2016 - 17h08

    Amei, simples assim.

  59. Isabela    27/06/2016 - 17h19

    Isso mesmo, Lu! Apoiadíssima! Aliás, apoiadíssimos: vc e o Léo.
    Bjs procês.
    PS. A próxima “fala” das pessoas será: “Já tá na hora de dar um irmãozinho pra Bia…” rsrs ; )

  60. danielle    27/06/2016 - 17h23

    Lu, sempre acompanho o seu blog, mas é a primeira vez que comento, estou aqui te aplaudindo de pé.
    Também sou mãe, esposa, trabalho fora e concordo com você quando diz que devemos existir independentemente do filho.
    No meu caso, eu não viajo à trabalho, mas tenho um trato com o marido que nossas férias todo ano são divididas em duas partes, em uma viajamos com as crianças e em outra viajamos só o casal, quando falo isso canso de ver gente ( e o pior principalmente mulheres) olhando de cara feia e perguntando como eu aguento ficar longe dos meus filhos. Lógico que dá saudade, mas é muito bom ter esse tempo para o casal e com certeza só faço isso pois sei que meus filhos estão super bem cuidados ( quando eu viajo minha mãe vai lá para casa e fica com eles, claro que com o auxílio da babá, monto todo um esquema para não sobrecarregar minha mãe, pago hora extra para a babá e até os tios entram na jogada).
    Acredito que temos que deixar de lado a idéia de que os filhos só são bem cuidados pela mãe. Não!!! O pai tem a mesma obrigação nossa e não é o fato de contra com a ajuda de uma babá que nos torna menos mãe.
    Temos que viver uma maternidade com mais leveza, menos julgamento e culpa.

  61. Rebeca    27/06/2016 - 17h28

    Lu, como sua leitora de longa data: que baita orgulho que dá em saber que é assim que você pensa!
    Sua postura é mais do que certa para você como ser humano (eu ia dizer como mulher, mãe, esposa, profissional..mas é muito além), só cabe a você equilibrar sabiamente as forças que movem a sua vida, não há espaço para se pautar pela opinião alheia. Para a Bia certamente este será o melhor exemplo, ela poderá ser quem ela quiser, correr atrás dos sonhos e objetivos com muita garra porque não teve uma mãe que deixou de lutar pelos seus objetivos. Outro ponto importante é que mesmo com momentâneas separações ela sempre vai ter o porto seguro em você e no Leo, porque isso é construído nos momentos em que vocês estão juntos, a duração destes momentos não importa e sim o que se extrai deles… não precisamos pesquisar muito para achar histórias de muitos papais e mamães por aí que passam a vida toda ao lado dos filhos, mas só em corpo, o espírito sabe-se lá Deus por onde anda.
    You go Girl!

  62. Lívia    27/06/2016 - 17h30

    É EXATAMENTE O QUE EU PENSO. Nunca li um post que concordasse tanto. Daqui a três meses meu filho vai nascer e pra mim e para o meu marido é absolutamente claro que ambos temos igual responsabilidade em cuidar e educar. Muito natural o homem viajar e a mulher ficar com o bebê, mas o contrário não. Por que?

  63. Julia    27/06/2016 - 17h32

    Adorei seu texto e concordo totalmente! Ainda não tenho filhos mas já penso nisso. Acho que serei igual a você: mãe, mulher, esposa e profissional! Não ligue para os comentários negativos, enquanto você está dando o seu melhor em todas as suas funções as pessoas estão perdendo o seu tempo em uma só: criticar o outro. Até porque acredito que já se foi o tempo em que o homem era o provedor da casa e a mulher só ficava dentro dela! Beijos pra você e Bia!

  64. Sylvia Farias    27/06/2016 - 18h32

    Nossa, tá certíssima!
    Sociedade machista de fato!
    Gostaria de te dizer Lu, que a maternidade tradicional sempre foi vista como um desafio pra mim, ainda não decidi se vou ter filhos ou não, mas ver como você vem encarando as coisa e construindo sua própria forma de ser mãe tem me feito enchegar que podemos construir a experiência da maternidade de maneira diferente!
    Abraço grande.

  65. Sylvia Farias    27/06/2016 - 18h35

    Nossa, tá certíssima!
    Sociedade machista de fato!
    Gostaria de te dizer Lu, que a maternidade tradicional sempre foi vista como um desafio por mim, ainda não decidi se vou ter filhos ou não, mas ver como você vem encarando as coisas e construindo sua própria forma de ser mãe tem me feito enxegar que podemos construir a experiência da maternidade de maneira diferente!
    Abraço grande.

  66. Luciana    27/06/2016 - 19h42

    Lu, sua narrativa de experiência é fantástica, porque acredito que muitas mães se sentem culpadas e pressionadas de todos os lados por terem uma vida profissional ativa. O pai é tão responsável e capaz de dividir as funções do que a mãe. Nossa sociedade é muito machista mesmo, porque duvido quando os pais se ausentam dos filhos por compromissos profissionais escutam a mesma coisa de quando as mães se ausentam. Parabéns por compartilhar essas experiências. Beijo.

  67. Flavia    27/06/2016 - 20h04

    Lu parabéns! Também penso assim, se eu posso pq ele nao pode fazer tbm? O problema é que as mães ainda machistas criam os filhos homens para terem vida de rei quando crescem. O Leo sempre foi parceiro ou você teve que conversar muito com ele? porque eu pareço não ter sorte no momento… E o certo, no meu ponto de vista, é que todos os casais fossem assim. E é isso ai, tem que falar cada vez mais desse assunto pra mudar a cabeça dessa mulherada. bjoo

  68. Ana P    27/06/2016 - 20h05

    Quando eu era criança, desde os três anos, meus tios e avós (que moravam em outras cidades) iam me buscar em casa para passar as férias com eles. Minha mãe trabalhava e se não fosse isso, passaria férias em casa vendo tv e ficando amarela. Essas férias me ensinaram muitas coisas e tive várias experiências incríveis. Tudo ao lado da minha família, avós, tios, primos e amigos. Pretendo, quando tiver filho(a) fazer a mesma coisa.

    Claro que Bia ainda é bebê, mas, mesmo assim ela é um indivíduo, muito bem faz você. E quanto ao machismo, totalmente verdade, veja se alguém questionaria o Leo por deixar a bebê em casa e ir trabalhar ou tê-la deixado com você?! Jamais!!!

    beijos!!!

  69. Agnes    27/06/2016 - 20h44

    Lu, a Bia usa chupeta? Minha filha está com cinco meses e não consigo ficar muito tempo longe por causa da amamentação! Além de não usar chupeta ela ainda não mama em horários certinhos! Não consegui fazer ela mamar de 3 em 3 horas mais ou menos! Fico quase o tempo todo com ela por conta disso!

  70. Mariana Campos Espíndola    27/06/2016 - 21h12

    Lu, Te admiro de montão! Quase nunca comento, mas te acompanho a uns 4 anos.
    Sábado passado estava em um aniversário conversando com uma amiga sobre os blogs que seguimos, e felizmente tínhamos você em comum! O engraçado de ler um post seu é que leio como se estivesse escutando você falar hahaha

    Obrigada por ser tão sincera, por expor detalhes tão pequenos. A gente aprende demais com isso!
    Você é como uma melhor amiga que nos conta sobre as coisas da vida e a gente aprende muito com isso, vira inspiração e exemplo ( Já assisti o vídeo rotina antes de dormir, dos creminhos umas quatro vezes hahaha)! Você inspira e na conversa de sábado com minha amiga, percebi o quanto você é importante na minha vida! Tenho certeza que vou buscar com carinho os posts sobre a Bia quando tiver meus filhos! Ela é uma linda e vai trazer a cada dia mais vida pra vocês! Obrigada por tudo! Beijão

  71. Clarice    27/06/2016 - 21h19

    Lu,
    Concordo com absolutamente tudo que você falou! Tenho uma filha de 8 anos, até comentei no insta que ela é doida com a Bia, e eu engravidei com 20 anos e como era do interior e estudava em BH, tive que deixar ela no interior com meus pais pois não tinha ninguém para cuidar dela pra mim! Eu trabalhava durante o dia e estudava de noite! Ao contrário de vc, que tem uma imensa sorte de ter ao seu lado um Homem que te compartilha com vc tudo na vida da Bia, eu não tive! Eu vivia como seu pai na sua infância, durante a semana ficava fora, mas todos os finais de semana eu tava com ela! Hoje moramos juntas e eu nunca senti que essa distância física estava atrapalhando, mto pelo contrário, somos super companheiras, amigas e nunca faltei em nenhum momento da vida dela! Não acredito que para ser mãe e pai temos que viver sendo devotos das crianças! Conheço pessoas que sempre tiveram os pais pertos fisicamente, porem a ligação de filho e pai nunca existiu! Entende? O preconceito é o grande problema do mundo! Duvido que alguém faz para o Léo as perguntas que fazem a você! Parabens pela família maravilhosa que você tem! Sou sua fã de carteirinha! Beijos com mto carinho!

  72. Cristina    27/06/2016 - 21h25

    Lu!!! Queria que mais pessoas pensassem assim.
    Queria saber por que acham tão estranho o pai cuidar sozinho do seu próprio filho… ainda não tenho baby, mas penso que pai tem que saber sim fazer tudo o que a mãe faz. As responsabilidades e obrigações são as mesmas. Em tempos de empoderamento da mulher ainda acham que quando o bebê mia tem que gritar a mãe… pior é ver mulheres fazendo isso. Falo logo “Chama o pai que ele não tá fazendo nada e a mãe só conseguiu ir ao banheiro agora!”

  73. Yara    27/06/2016 - 21h30

    Lú, parabéns de verdade por levantar um debate maduro sobre maternidade e machismo. Me identifico muito com esse ideal de família com tarefas compartilhadas. Com meu marido já funciona bastante dessa forma e é bom ver que com um filho isso continua sendo perfeitamente possível! A maternidade precisa ser mais leve pra nós mulheres!

  74. Silvia    27/06/2016 - 21h33

    O mais chato da maternidade é ter que responder tanta pergunta e ouvir tanto palpite o tempo todo! Cada uma sabe o que é melhor para seu filho, como é a rotina da familia!

  75. Janaina    27/06/2016 - 21h52

    Oi Lu
    Eu tenho um filho que acabou de completar 4 anos. E, há 4 anos eu nunca mais fui a mesma, nem minha rotina. Deixei de ser Janaina para ser mãe.
    Por um lado, esta opção me dá uma gratificação muito grande: ver meu filho saudável, feliz e bem cuidado só por mim. Mas por outro, sinto um vazio, uma saudade da pessoa que eu era e do que fazia. Sinto muita falta da minha vida de antes, apesar de estar feliz assim também. É uma dicotomia. Vivo assim, meio que com medo de tocar mais a minha vida e sentir remorso no futuro por não ter me dedicado quase q 100% ao meu filho, como faço hoje. Infelizmente, não tenho com quem dividir as tarefas.
    Então, Lu, siga seu coração e seus instintos. Se você sente que está fazendo a coisa certa, continue com sua rotina. Sua filha veio depois de vc, é ela quem tem que se adaptar ao seu mundo. Você tem com quem dividir as tarefas com ela. E, se eu tivesse também, com certeza não teria abandonado minha vida para viver só a vida do meu filho.
    Beijos

  76. Larissa Fernandes    27/06/2016 - 22h03

    Como é bom ler esse texto! Mesmo não tendo filhos ainda penso exatamente igual a você…homens e mulheres dividindo bem as tarefas, pai e mãe sendo pessoas além de pai e mãe. Sem dúvida assim vocês terão uma filha muito mais feliz, pois vocês estarão felizes, vivendo a própria vida e incluindo ela nela de forma tranquila e consciente. Parabéns! Tomara que esse texto faça algumas pessoas perceberem que temos que ter papéis iguais na criação dos filhos, e que todos temos vida própria…

    Bjo grande!

  77. Viviane Brederodes    27/06/2016 - 22h18

    Lu, concordo 100% com vc. Não é pq vc é mãe que deixou de ser mulher, esposa, ou q deixou de trabalhar. Tem q ser assim mesmo. Não somos nós que temos q nos encaixar à rotina dos filhos, e sim eles à nossa. É assim que penso. Tenho muita admiração por vc. Um super bjo! Estava com saudade desses seus posts por aqui.

  78. Rebeca Bernardo    27/06/2016 - 22h30

    Oi Lu! Te acompanho desde o ano passado e admiro muito o modo como você trata certos assuntos que para muitas pessoas são ‘impensáveis’ s fora de cogitação. Acho que muitas das pessoas que estranham o fato de uma mãe viajar sem seu bebê, também tem essa vontade mas tem medo da reação das pessoas ( como você falou no post). A primeira vez que decidi viajar sem meu bebê foi em 2014 quando ele tinha 10 mêses. Sou do nordeste e viajei junto com meu marido para Bh para um show do Linkin Park no Mineirão. O filhote ficou sob os cuidados dos avós que confio plenamente. Mas nem preciso falar os comentários de familiares e amigos né?! A gente se pega até meio que se “justificando” para uma coisa que é um fato: A saudade é grande mas ter tempo para suas coisas faz tudo ser melhor? Beijos ?

  79. Gabriela    27/06/2016 - 22h40

    Lu o MUNDO PRECISA LER ESSE TEXTO MEU DEUS!!!! Que perfeiçao, voce falou tudo!!!!!! Que todas as mães pensem como voce e que todos os pais sejam como o Léo, porque ele ficar com ela nao é um favor que ele esta te fazendo, ele apenas esta cumprindo o papel de pai dele. É lindo ver isso e faça mais textos assim empoderando as mulheres ??????

  80. Carol    27/06/2016 - 23h23

    Acho normal haver esse estranhamento pela maioria das pessoas pois ainda não é comum os pais dividirem igualmente as tarefas com as mães. Só “ajudam” e quando eles têm tempo. Seu caso é raro, Lu… Se uma mãe não tem uma boa rede de apoio, não se sente segura em viajar sem o bebê, melhor ficar em casa e cuidar do filho mesmo… Minha filha tem um mês e acho que só poderei viajar sem ela quando ela for independente. Quem me dera…

    Agora, tomara que se torne mais comum os homens reconhecerem sua parcela de responsabilidade (50%, né) e efetivamente cumprirem seu papel… momento desabafo…

    Obs: eu também vibrava com as marmitinhas de avião!

  81. Márcia Irala    27/06/2016 - 23h27

    Nossa passei pela mesma coisa quando comecei a viajar a trabalho, foi horrível, primeira coisa que as pessoas falavam onde está a bebê? com quem você deixou? quando eu dizia com o pai faziam cara de estranhando como fosse filho de chocadeira ou como se o pai não fosse capaz de cuidar da criança, é realmente muito incomoda esta situação…. me identifiquei muito com o texto.

  82. Juliana    27/06/2016 - 23h33

    Lu, não tenho filhos, nem tenho planos de tê-los, mas queria te dizer que: 1) adoro seus textos de reflexão sobre essa nova fase da sua vida; 2) essa coisa de acharem que mãe e filh@ vivem colados não melhora muito ao longo do tempo hehe Eu fui fazer mestrado fora, com 22 anos, e TODO MUNDO perguntava pra minha mãe como ela ia viver comigo longe, e ME PERGUNTAVA como que eu tinha coragem de deixar minha mãe longe. Oi?! É claro que a gente sente saudades, nós somos muito próximas, mas caramba!
    Tenho certeza de que você faz o que sente ser o melhor pra Bia e pra sua família, mas palpiteiro tem de monte no mundo, né?
    Beijinhos!

  83. Tatiana    28/06/2016 - 00h09

    Ih menina, pois eu confesso o seguinte: viajo com zero culpa, e ainda aproveito para dormir um sono pesado – porque depois de ter tido filhos, qualquer mini barulho me desperta rs Sei que as minhas filhotas estão bem cuidadas e que preciso ter momentos meus, seja a passeio ou a trabalho. Levei um bom tempo para ir pela primeira vez, mas depois vi que todos sobrevivem e relaxei :)

  84. Priscila Goes    28/06/2016 - 00h10

    Eu me identifico demais com esse post! Já viajei sem minha bebê que hoje faz 1 ano e 6 meses ( na época ela tinha 1ano e 2m ) fui com meu marido passar 7 dias em miami para curtir a dois , ter um tempo como casal , sair um pouco da rotina e ela ficou super de boa na casa da minha irmã ( que também é madrinha dela) ficou com a minha mãe e a babá . Ela se adaptou super bem, brincava bastante com minha sobrinha que tem 6 anos e com as outras crianças do condomínio . Depois dessa primeira experiência já consegui deixar ela viajar por 2 dias com a minha mãe , agora em julho vou deixar ela passar mais uns 3 dias na casa da minha irmã novamente. Acho super normal e até saudável para a criança, eu tenho lembranças da minha infância que vez por outra ou estava na casa dos meus primos ou eles na minha ou estávamos todos na casa da minha avó e eu adorava aquela bagunça, colchões pela sala , todo mundo brincando na rua .Meus pais na época viajavam muito a trabalho e isso nunca afetou a nossa relação .

  85. Jeu Guanabara    28/06/2016 - 00h39

    O que eu gosto de acompanhar em sua nova vida como mãe (além da Bia) é ver como você quebra “regras” de mães que as pessoas insistem tanto. Amei quando você comentou que não saiu desarrumada logo quando. Bia nasceu, que deu pra se organizar e sair maquiada como você sempre fez porque você é assim: gosta de sair montada. E amei acompanhar suas primeiras experiências viajando sem a Bia. Isso não mostra que você é uma mãe diferentona, moderna, e sim uma mãe bem resolvida. Sua relação com a Bia nunca será afetada porque você passou uma noite fora de casa a trabalho. Ela é super amada e cuidada como vemos nos vídeos e snaps. Meu pai também viajava muito na minha infância, de ficar duas semanas longe de casa. Isso me fez crescer revoltada ou o odiando? Não mesmo! Porque ele sempre voltava me enchendo de amor e isso que importa. Que sua experiência sirva de exemplo pra abrir a cabeça de algumas pessoas e mostrar que a mulher não tem que parar de viver só porque virou mãe.

  86. Vivian Couto    28/06/2016 - 03h43

    Tive que vir comentar haha… Primeiro quero te parabenizar pela mãe incrível que vc se tornou e pela sinceridade em tudo o que relata aqui pra nós =)
    Eu nunca quis ser mãe, não pq não queria um bebê mas pq sempre tive aquela imagem de que quando nasce um bebê nasce uma mãe, uma mãe que toma conta do filho sozinha, que engorda, que não tem mais tempo para si, não faz mais as unhas e cabelos, etc. E sinceramente, não era isso que eu queria pra mim, se fosse assim, preferia mesmo não ter filhos.
    De um tempo pra cá, comecei a conviver mais com pais (na Europa tem muita criança, né? haha e os lugares aqui são, geralmente, frequentados por pessoas de todas as idades) e comecei a conhecer homens participativos e companheiros, como o Léo. Na mesma época vc engravidou e começou a relatar tudo de forma tão clara que me fez ve a maternidade de uma forma completamente diferente, uma forma linda e real, não da forma como as pessoas nos fazem fantasiar desde pequenas.
    Realmente esse machismo das pessoas é um saco, e acredito que só quem tem filhos sabe como é chato ficar ouvindo certas coisas, quem são as pessoas para saberem o que é melhor para o SEU filho? haha
    Mas sem dúvida nenhuma as coisas estão mudando =) E eu espero, sinceramente, que todos os pais aprendam como é importante dividir as tarefas e ter tempo para si mesmos!

  87. Mari    28/06/2016 - 03h52

    Nem sou mãe e já me irrito com esses comentários! hahaha Algum dia desses vi a DriEverywhere respondendo comentários do tipo, sendo que direto ela fala que o marido dela está viajando e NINGUÉM comenta “ué, mas você fica sozinha com a sua filha e não morre?????”. Coisa insuportável.
    Meu pai sempre viajou MUITO a trabalho e eu sou super grudada nele (também amava a caixinha de comida da Varig)! Ficar 24h com um filho não faz de ninguém uma mãe melhor. O que faz uma mãe ser maravilhosa é o tanto de amor que ela tem pelo filho e pronto. A vida que você tem além do seu papel de mãe não tem nada a ver com isso. Aliás, ser uma mulher independente só vai ajudar a Bia a ser uma mulher empoderada no futuro. E ter um pai que divide tudo com a mãe dela, vai ajudar ela a fazer boas escolhas também. Parabéns pelo seu trabalho e pela Bia! As fotos dela sempre me arrancam um sorriso, porque ela tem uma carinha fofa de criança feliz. E isso mostra que vocês estão fazendo tudinho certo. :)

  88. Rejane Akemi    28/06/2016 - 06h53

    Lu, eu já te admirava como profissional e depois que a Boa nasceu, te admiro ainda mais por isso e principalmente, como pessoa. Eu e o marido estamos nos organizando para ter o nosso primeiro bebê daqui uns 2 anos e hoje, como coach e criadora de conteúdo, penso muito se vou dar conta do recado quando for mãe. Eu amo trabalhar, mas quero ser uma mãe presente também. E vendo o seu texto hoje, me trouxe paz sobre isso. É possível sim se organizar, trabalhar, ser mãe e o principal, que vejo muitas mães esquecerem: ser mulher. Parabéns pelo seu trabalho, profissionalismo, pela mãe que é e pela mulher que nos mostra que não é fácil ser tudo isso, mas que é possível e muito importante também! Gratidão por compartilhar este texto! Beijos

  89. Fernanda Louisy Ferreira de Oliveira    28/06/2016 - 08h35

    Lu,

    Não tenho filhos e essa postura da sociedade me preocupa bastante! Tenho o mesmo perfil que o seu, antes de sermos esposas e/ou mães somos indivíduos e com necessidades e obrigações que vão além do ambiente doméstico e familiar. Esse fim de semana assisti um documentário maravilhoso sobre feminismo chamado “She’s beautiful when she’s angry”, vi que já conseguimos muito coisa, mas percebi que ainda temos muito por fazer e essa sua atitude e desabafo são super importantes para a conquista do espaço das mulheres como indivíduos. Lu, acho que esse é o caminho sim! Beijão!

  90. Carla Serafin    28/06/2016 - 08h37

    Seus textos são incríveis, Lu. Tanto o post no qual você falou sobre a sua vontade de ser mãe, quanto esse sobre viajar sem os filhos tratam dessa questão que pre-ci-sa ser discutida: o machismo que ainda envolve a figura da mulher perante a maternidade. Parabéns por trazer essas reflexões sempre. Você tem uma linda família e a Bia está mais fofa e encantadora a cada dia. Beijos

  91. Laura    28/06/2016 - 09h04

    OI, é isso mesmo! Meus pais sempre viajaram a trabalho e nenhuma de nós ficou traumatizada. Sempre tinha um presente esperado ou mesmo a maletinha de comida do avião, que naquele tempo era mais bonitinha e completa. Sinto falta apenas de viajar com meu marido, mas é como você disse, não temos com quem deixar as crianças. Muito sucesso!!!

  92. Nitara    28/06/2016 - 09h14

    Que lindo Lu. Meus pais nunca viajaram juntos para fazer um passeio de casal, nem se quer ir a um restaurante sós, sempre levam eu e meu irmão, as vezes eu até pergunto se eles ñ sentem falta disso, de fazer um programa a dois, e eles dizem q fica incompleto, talvez a presença de um para o outro ñ seja suficiente, eu ñ sei. Hj tenho 20 anos e estou prestes a me casar e com certeza farei mts programinhas com meu maridinho msm dps dos filhos. Beijos adoro vcs!

  93. Flavia    28/06/2016 - 09h40

    Certíssima! Você será melhor mãe se não precisar deixar de fazer nada que gosta, as prioridades mudam, mas você continua sendo mulher. E que bom que a Bia tem um pai que é pai de verdade.

  94. Anelise Costa    28/06/2016 - 09h45

    Chata, esse foi o post que mais gostei. E acompanho seu blog semanalmente, não perco uma postagem. Não sou mãe e nunca pensei em ter filhos. Essa cobrança social em torno da maternidade e suas “regras” é muito irritante, tanto para as mulheres que também são mães quanto para aquelas que escolheram não ser. Naturalizam questões que na verdade são construções sociais machistas. Obrigada por compartilhar suas experiências reais.

  95. Sandra Santos    28/06/2016 - 10h08

    Adorei seu post. Já é difícil ser mulher sem filhos. Mas quando a gente se torna mãe as dificuldades e preconceitos multiplicam, todas nossas escolhas são julgadas. E eu aposto que as frases machistas que você ouviu quando veio a São Paulo foram proferidas por mulheres. Lamentável.

  96. Quel    28/06/2016 - 10h38

    Lu, que depoimento lindo e muito verdadeiro! Concordo com vc em td. Os pais são responsáveis, independente do gênero e infelizmente, a maior cobrança que nós mulheres sofremos somos exatamente nós mulheres que a promovemos. Seja internamente, seja com outras mulheres. É muito bom pensar que vc já é diferente desse perfil e que estará orientando a Bia para que ela também questione esses padrões. Também tenho uma baby girl, de 4 meses :)

  97. Ana Luiza    28/06/2016 - 10h43

    É impressionante como ninguém pergunta a um pai onde está o bebê caso o encontre na noite ou viajando a trabalho. Como se a responsabilidade fosse só da mãe em estar presente e cuidar. A minha mãe sempre me passou a necessidade que ela tinha de viajar sozinha com meu pai, até porque ele viajava demais a trabalho e ela ficava muito tempo submersa no mundo da maternidade com três filhos. Hoje mais que nunca entendo perfeitamente o que ela queria dizer. E olha que só tenho um filho. E ele fica muito bem com as avós, que se revesam e cuidam com todo amor do mundo. Tanto que agora iremos viajar os três e ele se vira pra nós e diz : não vou, quero ficar com. As minhas avós. Vocês podem ir e me tragam um presente. Kkkk não dá nem pra acreditar! Mas isso me dá a certeza de que ele fica bem demais e não tenho qualquer motivo pra sentir culpa!! E quem. Acha estranho, normalmente sente mesmo é uma ponta de inveja!! Bjs

  98. Juliana Stark    28/06/2016 - 10h47

    Que legal Lú, é tão bom quando mães e pais são “iguais” durante o processo de crescimento dos filhos. Sempre pensei: pq as pessoas acham tão estranho quando os filhos ficam aos cuidados do pai? Enfim, acho que nunca saberei, pois possivelmente quem acha isso estranho não saberia me explicar. Bjs pra vcs ;)

  99. Lara Palhares    28/06/2016 - 11h04

    Amei, Lu! é muito importante mesmo ter sempre em mente que quem nasceu por último foi ela, então quem tem que “se adequar” a rotina da casa é ela, e nesse caso, a sua rotina de viagens. Família linda e muito amada!!

  100. Izabella    28/06/2016 - 11h12

    Penso como vc Lu…e realmente a nossa sociedade massacra mulheres com opinião e postura diferentes do padrão. Parabéns por seu post…??…adorei! Conta pra gente como está fazendo com a amamentação…ou se já desmamo, como foi? Beijos e te admiro minha linda!

  101. Priscila Coelho    28/06/2016 - 11h29

    Lú, adoro seu blog e o canal do youtube. Admiro você como pessoa e acredito que seja uma ótima mãe. As pessoas gostam mesmo é de cuidar da vida dos outros! Parabéns pela filhota linda que vcs tem!! Super beijos!!

  102. Fabiana Stafocher    28/06/2016 - 11h34

    Oi Lu, linda experiência!!!! Eu e meu marido estamos planejando nosso baby, e quando as amigas mais próximas perguntam sobre como ficaria a minha rotina com a chegada de um bebê, sempre percebo o choque no rosto delas, e os comentários logo depois. Tenho uma escola de inglês e isso consome 12 horas do meu dia só no trabalho, e quando falo que o filho não é só meu, mas do pai também, logo vem os comentário de sempre…. mas a responsabilidade maior é da mãe, mas homem você sabe como é, homem não sabe cuidar de um bebê, você terá que parar de trabalhar. De verdade já parei de responder quando eu terei um filho, só para não ouvir esses comentários ridículos, e o pior de mulheres! Você passou por isso também, e como responder à essas pessoas? Me identifico muito com a forma que você e o Léo pensam e agem em relação a criação de filhos. Beijos!!!!

  103. Amanda luna    28/06/2016 - 12h08

    Luu,
    estou super de acordo. O pai tem as mesmas habilidades que a mãe. E a vida segue em diante. Obrigada por este texto. Ainda não sou mãe mas tenho um sobrinho com quase a mesma idade da bia e é muito legal pra mim saber mais sobre esse mundo. Eu mesma que não sabia nada sobre bebes e nunca fiz questão de saber. Hj me orgulho de dizer que sou uma tia super presente e fico o dia todo sozinha com ele se precisar. Minha amiga se sente segura pq sabe que só quero seu bem e cuido com muito amor..

    p.s: minha amiga voltou a faculdade quando ele tinha apenas 3 meses mas nao se arrepende e tenho mto orgulho dela batalhar seu futuro e não abrir mão de seu independência.

  104. Kaila Garcia    28/06/2016 - 13h45

    Lu que texto maravilhoso! Meu maior medo é que todo mundo diz que a mãe se esquece dela e se dedica só pro seu bebê, por partes sim, mais temos que ter nosso tempo e saber que ainda vamos ter uma vida nossa, por mais que o bebê precise da gente. Você me inspira para poder ser assim, acho espetacular a forma que vocês cuidam e se preocupam com a Bia. Parabéns pelo texto e pela mãe que você é! Um exemplo para mim.
    http://www.kailagarcia.com

  105. Paula Pessoa Cabral    28/06/2016 - 13h50

    Quando minha bebê tinha sete meses foi viajar com meu marido para conhecer a bisavó e eu fiquei. Fiquei para descansar e poder dormir uma noite inteira! Morri de saudades mas também foi muito bom. Ouvi de várias mulheres que elas não teriam coragem e julgamentos como se fosse uma mãe ruim. Mas não liguei. Foi bom pra ela e pra mim também! A sociedade é machista demais mesmo. E se essa tal escola secreta da maternidade existe eu tbm não fiquei sabendo. Esse dom que surge e vc magicamente cuida do bebê não aconteceu comigo. Eu que não li, pesquisei e estudei bastante antea da minha bb nascer!

  106. Gabriela Olivato    28/06/2016 - 13h55

    Lu, temos tantas coincidências que até me impressiono. A minha Bia é 5 dias mais velha do que a sua e eu também trabalho home office e viajo a trabalho.
    Sinto o mesmo que você, a saudades é gostoso e é ainda mais emocionante voltar pra casa.
    Quando durmo longe a única coisa que dificulta um pouco por aqui é a amamentação, mas seguimos a vida e viva a bombinha extratora! :)
    Sucesso pra você!

  107. Thais Maia    28/06/2016 - 15h26

    Que texto maravilhoso!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Perfeita reflexão sobre o lugar da maternidade na vida da mulher
    Aquele texto que a gente quer mandar todas as mulheres da família ler. Todo mundo ler!
    Ainda não tenho filhos, mas eu e meu marido pensamos assim também e dividimos todas as tarefas de casa.
    Acompanho vc e seu blog desde 2010 e não me surpreendo quando vejo que vc, mesmo depois de ser mãe, continua sempre bem vestida, maquiada, e investindo nas atividades que ama. Não esperava menos de vc. Ainda bem que você continua sendo a mesma Lu.

  108. PAULINHA DALBO    28/06/2016 - 15h52

    Vc me inspira! ?
    Obrigadaaaaaaaa…

  109. Sheila    28/06/2016 - 16h39

    O mais difícil pra mim foi retomar as viagens a trabalho. Voltei de licença maternidade quando meu filho completou seis meses. Vinte dias depois me mandaram para uma reunião no RJ, moro em Brasília. Saí super cedo, ele ainda dormindo (neste dia, o pai levou pra creche, a função é minha por conta dos horários), e quando voltei, pra lá das 23h, ele já estava dormindo. Ou seja, não nos vimos por mais de 24 horas. Deixei leite ordenhando, mas ele mamou pouquinho e de madrugada passou mal. Fiquei super assustada, ele vomitou todo o leite que lhe dei quando quis mamar no meu peito. Fiquei me sentindo tão culpada. Não sei se o mal estar dele foi emocional, mas isso me tocou. Evitei as viagens a trabalho pelos meses seguintes. Mas vez ou outra, preciso me ausentar à noite e aos finais de semana. Tento tirar de letra, mas a culpa fica. Queria passar mais tempo com meu filho. Tenho a sensação que tive um bebê pra deixar na mão da creche e da vó pq o pai também trabalha o dia todo, a noite ele é do pai, que faz o que pode pra distrair o pequeno até minha chegada (ele só dorme mamando… Pior costume que deixe nele. Meninas não façam isso! Deixem o pai terminar a rotina do sono). Sei que a situação é comum a muitas mulheres, o que me conforta, de certo modo, pq sei que não estou sozinha. Leio muito sobre o assunto e sei que as mães que abriram mão do trabalho pra cuidar dos filhos (guerreiras!!!) também sofrem por diversos motivos, inclusive pela opinião alheia. Apenas pra deixar meu desabafo e dizer que admiro a organização familiar que tem nos pais (homens) uma base forte. A maternagem não pode ser exclusiva da mãe. E acredito que as empresas deveriam ter um preparo melhor pra receber de volta, as mães em licença maternidade… Enfim, o assunto aqui vai longe. Parabéns pelo post, Lu. Arrasou, como sempre.

  110. ANNA LUIZA    28/06/2016 - 16h50

    Ai Lu, vc sempre arrasa nos seus posts!!!
    Ainda não tenho filhos, mas concordo plenamente com tudo que escreveu!!

  111. Maria Rocha    28/06/2016 - 17h13

    Oi,
    Primeira vez que comento no blog, mas não podia deixar de comentar esse post.
    Preciso dizer que concordo plenamente com vc e sinceramente não me causa nenhuma estranheza vc viajar sem a bebê.
    Quando vc disse da escola secreta para cuidar de bebes lembrei de um ponto super importante da nossa cultura. Por exemplo, quando uma mãe tem uma filha e filhos o que acontece quando ela sai de casa e deixa os filhos sozinhos? ELA DIZ: ” FilhA esquenta comida para seus irmãos! ” Mas, espera ai !? Só o sexo feminino que sabe esquentar comida? Q sabe cozinhar? Principalmente, que sabe arrumar casa? Isso está no DNA das mulheres?
    Gostaria inclusive recomendar uma leitura bem rapidinha de um discurso, chamado: ” SEJAMOS TODOS FEMINISTA, CHIMAMANDA “… Esse livro é bem esclarecedor sobre o que é ser feminista. Feminismo não é apenas praticado pelas mulheres! Não mesmo! Os homens tb podem e devem ser feministas! Uma vez que essa cultura machista não foi criada pelos homens , mas sim imposta a eles desde crianças! Uma leitura deliciosa de no máximo vinte paginas comuns.
    Volto a reafirmar que ao meu ver vc viajar sem seu bebe é super normal ! Vc viajar a trabalho super normal! Vc dividir as tarefa com a pessoa que gerou a criança na mesma proporção que vc , tb super normal! Tenho 25 anos , namoro a 8 anos e penso que qndo tiver um filho terei uma família que compartilha todas obrigações! Mesmo pq eu não sei cozinhar e nem algumas outras coisas que a sociedade acha q eu deveria saber !
    Bjokas!

    P.s.: Amo seu canal… Parabéns pelo sucesso . Gostaria tanto conhecer vc e sua família (moro em bh ) , mas uma única vez que ouvi alguém falando sobre vc foi quando uma amiga viu o Gui.. rsrsrs… Por favor faça encontrinhos aqui em BH :)

  112. Renata    28/06/2016 - 18h04

    Seeeeeensacional! Arrasou nas colocações! Não sou mãe mas achei o máximo a observação (que não deveria ser necessária) de que o pai tem a mesma, mesmissima responsabilidade e capacidade de cuidar dos filhos que a mãe, afinal os dois estão nessa juntos e conheceram a pequena no mesmo instante, nenhum dos dois tem mais “talento”, conhecimento ou o que quer que seja do que o outro. Muito bom Lu! Parabéns pela maturidade.

  113. Jéssica Sousa    28/06/2016 - 20h54

    Lu, AMEI seu texto. Me incomoda muito esse tipo de pensamento das pessoas, ainda em 2016! Primeiro, de achar que virou mãe deixou de ser ser humano, mulher, pessoa com vida própria. Segundo, que os homens não têm capacidade de fazer nada doméstico/familiar sem a supervisão de alguma mulher. Quer dizer, eles podem fazer mil coisas fora e não são capazes disso? Que absurdo! Que desvalorização do homem e da mulher também, que tem que dar conta de tudo.
    Gostei demais do seu posicionamento e admiro a forma como vocês demonstram conduzir as tarefas em família (que deveria ser para todos, mas como não é, acaba se destacando).
    Um beijo!

  114. Janaina    28/06/2016 - 21h14

    Lu, parabéns pelo texto! Você me representa! =D
    Eu pretendo engravidar ano que vem e quero muito ser tranquila como você. Fico muito otimista quando vejo mães como você, que continuam sendo mulheres, esposas, profissionais.
    Quero morrer quando ouço das pessoas que o pai “ajuda”. Como assim, minha gente??? Hehehe. Pai fez junto e divide todas as responsabilidades. Meu marido já tá avisado! Hahaha
    Parabéns pra família linda de vcs!
    Um beijo carinhoso

  115. Juliana    29/06/2016 - 05h24

    Lu, acho que este post deveria ser considerado como “utilidade pública”.
    Não tenho filhos, mas acredito que antes de qualquer outro status “mãe”, “esposa”, “namorada” e etc, nós somos um indivíduo com vontades, sonhos e desafios. Por que abandonar a nossa essência quando esse status muda?

    Beijos,

    http://madamebr.com

  116. Amanda Rangel    29/06/2016 - 08h32

    Oi Lu, acho que nunca comentei aqui no seu blog, mesmo sendo seguidora sua assídua.

    Ainda não sou mãe, mas pretendo ser em breve e acho sim que depois de mãe você tem sim que ter sua vida, afinal de contas você não está doente e você ainda é você.

    Adorei o post

    beijos

  117. Isabelli Furtado    29/06/2016 - 09h42

    Adoro seus textos com essas reflexões sobre ser mãe. Ainda não sou, mas certeza que deve ajudar muitas mamães! Parabéns Lú, adoro seu blog.

  118. Marília    29/06/2016 - 10h20

    <3

  119. Lais    29/06/2016 - 13h21

    Engraçado você falar sobre isso. Eu ainda não sou mãe, mas esses dias estava conversando com uma pessoa e surgiu esse assunto de maternidade e eu disse que viajaria sim somente com o meu marido, quando tivesse filhos. Aí a pessoa simplesmente duvidou de mim, disse que eu nunca faria isso, que eu falo isso porque não sou mãe, porque quando for eu nunca vou conseguir deixar os filhos e viajar.
    Cara, eu fiquei indignada com a posição dela. Eu sempre pensei que antes de ser mãe, eu sou mulher, sou esposa. E, sim, não estou dizendo que deve ser fácil fazer isso, mas faria sim. E você está super certa, te apoio muito !

    Um beijo, sua linda !

  120. Bárbara    29/06/2016 - 13h41

    Amei o post, você está certíssima. Infelizmente, a sociedade molda as mulheres para serem escravas da maternidade e isso está tão errado… Enfim, fico feliz em ver que, mesmo que devagar, essa visão distorcida sobre “família” está mudando e que casais estão tendo seus filhos e os criando JUNTOS – que deveria ser o óbvio mas só começou a ser “normal” hoje. Parabéns pelo post inspirador, espero que muitas mamães se sintam fortes o bastante para enfrentar esses comentários desagradáveis assim como você está tendo. Beijo <3

  121. Vanessa Ostilio    29/06/2016 - 15h20

    Lu, amei o post! Não sou mamãe ainda mas, eu super concordo com você, e tenho uma vida bem agitada e amo viajar. Acho que a família é a parte importante de nossas vidas e cada um se adequa da forma que achar melhor. Você é maravilhosa, amo seus posts, os vídeos, o Chata é totalmente parte do meu dia… orgulho de ser leitora de uma das melhores blogueiras desse país! Continue sempre.. parabéns <3

  122. Andressa    29/06/2016 - 15h55

    Esse seu modo de ver maternidade e muito semelhate ao dos franceses. Tem um livro (“Criancas francesas nao fazem manha” por Pamela Druckermann) muito interessante de uma americana que se muda pra Franca e se depara com todas as diferencas culturais com relacao a maternidade, educacao do filhos e ate alimentacao. As francesas (sem generalisacoes) tambem se sentem esposas, profissionais e maes, sendo que uma area nao deve atrapalhar a outra e varias outras coisas que eu acho que vc se identifacaria.

  123. Thais    29/06/2016 - 16h32

    Lú eu morro de vontade de ter um momento só pra mim sabe, tenho uma filha de 1 ano e 6 meses e em todo esse tempo nunca passei uma noite sem ela. Eu mudei muito com o nascimento dela e não acho isso ruim, só que eu perdi completamente minha liberdade, isso mesmo, pois até pra ir ao banheiro tem alguém comigo (ela kkk). Sinto que ficaria menos estressada e mais disposta se fizesse alguma coisa por mim sabe. Eu sou mãe mas continuo sendo eu, certo??? Você é um exemplo de mãe maravilhosa e que pretendo seguir em breve. Fico feliz de ser mineira como eu! :) Te adoro muito. Parabéns pela sua linda família! Que Deus os abençoe! Beijos.

  124. Amanda Lourdes    29/06/2016 - 17h47

    Adorei Lu. Me identifiquei demais com seu texto. Meu filho faz 02 anos agora em julho, e desde muito cedo eu já “vivia a minha vida”, ou seja, trabalhava, saía com meu marido, e viaja sem ele. Até mesmo ele já viajou sem mim, na companhia do pai. E todos me olhavam com aquela cara me recriminando como se eu tivesse cometido um pecado. Como você falou, a sociedade não aceita que uma mãe tenha sua vida independente de ter seus filhos. E outra, a sociedade também não aceita que os pais também dividem funções com as mães. Pais e mães tem a mesma parcela de obrigação com um filho!!! Cabe agora a nós ensinarmos nossos filhos a serem diferentes dessa sociedade maluca… Bjos bjos Adoro vc!!!!

  125. Mariana    29/06/2016 - 19h00

    Lu!!!
    Parabéns pelo post!!!
    Disse tudo… Por isso que eu sigo você desde sempre e nunca enjoei… ???
    Continue assim demonstrando sua opinião de forma simples e clara!

  126. Paula    29/06/2016 - 19h13

    Lu! super sincera e realista, infelizmente ainda permanece essa coisa de “não ficar longe nunca do baby”, mas o seu exemplo é um super incentivo pra quem está em dúvida de como irá fazer quando se tornar mãe, tipo eu – não por agora, mas se um dia tiver um baby imagino fazer no estilo do que você tem feito. Que bom que ainda tem todo esse apoio ao seu redor da sua família!

  127. geovana valadares    30/06/2016 - 06h47

    lu,adoro seus videos e sou inscrita a muito tempo no seu canal acho a bia uma fofura,agora vamos falar de outros assuntos livros acabei de comprar o livro da taci e da karol pinheiro, e queria muito ver um livro seu na prateleira, porque vc nao escreve um eu compraria logo pode acreditar vc e um exemplo pra mim e para minha irma nao perco um video de desafi recebido tags ou maquiagens sua irma e massa e o leo um otimo amigo e muito bom cozinheiro adoro a chef e a chata que divertido

  128. Marian Lourenço    30/06/2016 - 09h45

    Adorei o post Lu! Ainda não sou mãe, mas como filha de médicos (e médica também =D), cresci com uma realidade parecida de viagens: eles viajavam para plantões em cidades vizinhas semanalmente, congressos, onde também rolava uma turistada kkkkkk, e sempre era uma alegria quando eles voltavam. Acho maravilhoso aqueles casais que tem um suporte familiar e podem aproveitar momentos só dos dois também. Parabéns pela família linda! Vcs são uma inspiração! Beijos

  129. sibele    30/06/2016 - 11h51

    tão fácil te amar Lú!

  130. Virgínia    01/07/2016 - 09h54

    Oi Lu! Dou o maior apoio, acho que tem que viajar mesmo, pois faz muito bem para nós, mães, e para o casal, afinal, precisamos de momentos só nossos. Mas por experiência própria te digo: aproveita pra fazer enquanto ela for menorzinha, pois conforme vai crescendo vai ficando mais difícil porque eles sentem mais nossa falta, pois têm mais noção do tempo. Minha filha nasceu em janeiro de 2012, em janeiro de 2013 fiz uma viagem “teste” com meu marido de 7 dias, foi ok, ela ficou mto bem com as avós. Em março do mesmo ano viajamos por 15 dias, tudo bem novamente. Em 2014, quando ela tinha 2 anos fizemos duas viagens curtas, uma de 7 e outra de 4 dias, tudo bem mais uma vez. Já em 2015, eu fiz uma viagem sem o marido de 22 dias e dessa vez… foi sofrido, tanto para mim qto para ela. Acho que foi um período mto longo, eu chorava de lá, ela daqui, dolorido. A última viagem foi em fevereiro deste ano, fomos eu e o marido e ficamos 17 dias. Mais uma vez sofrimento de todas as partes e uma conclusão: viagens sem a pequena a partir de agora só se forem curtas e as longas a levaremos conosco.

  131. Juliana    01/07/2016 - 14h45

    Adorei o texto!! enriquecedor.. comungo totalmente deste pensamento.

  132. Mariana Limberger    01/07/2016 - 20h29

    Sempre to aqui mas pouco comento, nesse post eu senti a necessidade de dizer “Bá, isso ai guriaa” haha pois ainda vivemos em uma “realidade antiga” na qual o pai não é 100% o suficiente como a mãe é. Meus pais são casados a 30 anos e o sistema aqui na minha casa era o mesmo que o teu e do léo, tudo na parceria entre meu pai e minha mãe e mesmo com meu pai trabalhando e minha mãe em casa, a ligação com os dois é a mesma. Tu é uma baita mãe e o Léo um baita pai, liga não que a Bia deve morrer de orgulho e ser muito fã de vocês, assim como eu sou! hahah beijos para vocês três!

  133. Natalia Kanai    05/07/2016 - 13h22

    É assim mesmo, outro dia fui ao cinema e chegando lá uma pessoa que mal conheço me olhou e falou: cade sua filha? nossa que mãe desnaturada
    Mal sabia quanto já tinha corrido naquele dia pra poder ter ido ver a estreia de um filme que estava esperando fazia bastante tempo.

  134. sumaya    11/07/2016 - 11h56

    Oi! As pessoas gostam mesmo de comentar e palpitar… tb acredito que o filho tenha q se adaptar a rotina dos pais e nao o contrário… Mas a minha curiosidade, e se vc puder falar sobre isso, ótimo! é sobre amamentação… Bia já desmamou? qual foi o processo q vc fez? Eu tenho um menino ( de 16 meses já) e ele ainda mama…é super agarrado ao “Bubu” dele e por enquanto estou tranquila… quero que aconteça o desmame de forma natural e gradual por aqui….
    Se vc puder relatar um pouco da sua experiencia com amamentação, ficarei feliz!
    obrigada

  135. Patti Ribeiro    11/07/2016 - 12h08

    Senti o desabafo… rsrs Mas é bom colocar os pingos nos “is”. Quem disse que tem q ficar grudada na criança 24 horas por dia?
    O que importa é dar amor, carinho e EDUCAÇÃO (muitas crianças que ficam o dia inteiro com a mãe não tem! hahahahaha)
    Tem umas que ficam trancafiadas com as crianças depois ficam sendo as “amarguradas” da vida, e são essas que vem querer alfinetar. No fundo estavam loucas p voltar a trabalhar ou ter um negócio ou até mesmo vida social.
    A gnt não precisa se anular por causa dos filhos. Temos que ter um tempo p nós, para se arrumar, se tratar e ninguém tem que vir tentar tornar isso um crime, porque não é!
    Ter tempo a sós com o marido também é essencial. Faz bem pro casamento e se o casamento vai bem os filhos ficam mais felizes ainda. E a relação da familia cada vez mais saudável.
    A mulher moderna é assim ué. Trabalha, estuda, controla a casa, dá atenção pros filhos, se arruma, se cuida etc, tudo junto e misturado.

    Meu pai viajava a semana toda tbm e me trazia coisinhas de todos os lugares e tbm as comidinhas do avião. Eu amava e enchia a boca p falar, “meu pai está sempre viajando” hahahaha achava o máximo.

    Se cada um vivesse sua vida, do jeito q acha melhor p si e não ficasse de olho na vida do vizinho… Seria tão perfeito!

    Bjo

  136. Ana    13/07/2016 - 14h44

    Nossa Lu.. perfeito.
    Não tenho filhos e nem rola o tal “ainda”.. não penso mesmo em ter filhos.
    Sofro o tal julgamento da sociedade “como assim não quer ter filhos”, não querendo oras!
    Admiro você, penso que caso aconteça de vir uma criança eu não seria diferente de você, quero manter minha existência do EU sem a criança.
    Muitas pessoas não entendem isso, acham que quando a mulher se torna mãe ela se transforma em outro ser e sozinha, como se o pai só fosse doador de sêmen.
    Parabéns pelas suas conquistas e realizações, pelo seu parceiro em casa e por dividir isso conosco.
    Vejo muitas mães com medo ou vergonha de chegar e dizer que cansou, que quer férias sem os filhos.. Minha mãe é dessas, inclusive recebo julgamento dela também.
    Obrigada por este post!

Adorei o convite da Tati @panelaterapia e do @azeiteandorinha para ir pra cozinha e fazer comida de verdade! A Tati me ensinou a fazer uma salada incrível e DELICIOSA =P E eu também botei a mão na massa viu? Foi um dia mto gostoso e o vídeo já saiu lá no www.youtube.com/blogpanelaterapia, corre lá e me conta o que acharam! #VemPraCozinha #yum | publi
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