Beleza, publieditorial

Pra não torrar no sol!

Por mais que eu adore a sensação de relaxamento que a praia me traz (sinto uma paz olhando o mar gente, amo!), eu nunca fui dessas que fica o dia todo na areia, pegando um sol. Minha pele é muito sensível e desde pequena aprendi (da pior maneira possível – me queimando feio!) que devo ter atenção ao me expor ao sol. Claro que isso vale pra todo mundo (e todos os dias, não só na praia!), mas quem tem a pele mais sensível costuma ser mais medroso, né? Heheh!
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Passei o feriado na praia e mesmo sabendo disso e sendo sempre cuidadosa, acabei me queimando um pouco =( Estou com uma marca bem feia nas costas (isso depois de sofrer porque ardia e coçava muito!) e me expus por tipo 15 minutos (juro!), mas os raios UV deviam estar bem intensos na hora e acabei toda vermelha… Se eu estivesse usando o meu UV Patch na hora isso não teria acontecido!
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O UV Patch é um adesivo (de coração! Achei bonitinho) que você aplica na sua pele quando vai se expor ao sol. Ele tem corantes fotoativos que mudam de cor quando a pessoa fica exposta a raios UV, para indicar diferentes níveis de exposição ao sol. Depois de responder um questionário sobre seu tom de pele no aplicativo My UV Patch, você fotografa o seu adesivo e ele analisa as diferentes nuances de corantes fotoativos para determinar a quantidade de exposição à radiação UV que você está recebendo. O aplicativo mostra quando estamos desprotegidos e quando devemos reaplicar o protetor solar.

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Cuidar da pele é uma das coisas que considero mais importantes na minha rotina, vocês sabem. Visito minha dermatologista sempre e aplico protetor solar todos os dias, e agora com o UV Patch espero que meus acidentes com queimaduras acabem de vez, hehe!

Para saber mais sobre o UV Path é só entrar no site de La Roche Posay. Vocês já conheciam o UV Patch?

publieditorial, Site Bacana

Memórias no papel!

Sabe aquele ditado, casa de ferreiro…? Pois é, em se tratando de fotografia, ele é muito certeiro por aqui!! Mesmo Leo sendo fotógrafo e entregando álbuns lindos pros clientes a cada semana a gente nunca imprimiu nossas fotos de casamento, acredita?? Por mais que eu ame fotografia e adore vasculhar os arquivos na casa da minha mãe e ver fotos da minha infância, aqui em casa temos pouquíssimas fotos impressas e milhões de arquivos nos HDs =/

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Daí esses dias recebi o contato da Phosfato, um serviço de assinatura de fotos impressas supresa, e amei! A ideia é você logar suas redes sociais (Facebook, Instagram) e se quiser, fazer o upload de arquivos direto no site e aí você recebe em casa todo mês um pacote com uma seleção surpresa impressa em papel fotográfico (é difícil encontrar serviços que imprimem as fotos em papel de qualidade e já desisti várias vezes de imprimir minhas fotos porque sou super chata com isso!) e em formatos fofos, que lembram uma polaroid.

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São três tipos de assinatura (com 6, 9 ou 12 fotos surpresa por mês) e eles também deixam você marcar no seu perfil quais as fotos você NÃO quer receber, hehe, a ideia é ser uma surpresa boa, né? Kkkk! E se você quiser pode também colocar legenda nas suas fotos (eu gosto de incluir a data!). Já recebi dois meses da minha assinatura e é uma delícia abrir o pacotinho: vi um registro da minha lua de mel, do primeiro dia dos pais do Leo, algumas viagens… É divertido não saber o que vamos encontrar =)

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Pra conhecer a Phosfato é só clicar aqui. O site é bem simples e dá pra receber suas fotos em casa a partir de R$15,90 por mês. Usando o cupom promocional “CHATADEGALOCHA”  até o dia 31/12 você ganha 20% de desconto no primeiro mês! Oportunidade legal para conhecer o serviço pagando menos e já receber em casa as fotos das festas de final de ano, viagem de férias..! E como na Phosfato não existe fidelidade, prazo mínimo de permanência ou taxa de cancelamento para os planos, você pode suspender o seu plano quando quiser.

Fofo né? Alguém já conhecia?

Gravidez e maternidade

Uma semana de viagem sem o bebê – como foi.

Já fiz textão falando sobre viajar sem filhos, mas hoje o post é diferente: vim contar a parte prática, de como foi ficar oito dias longe da pequena durante as nossas férias em Novembro. Essa viagem foi presente do Leo de dia das mães, ele sabia que eu era louca pra conhecer a Espanha e me surpreendeu com as passagens algum tempo depois da gente começar a considerar viajar sozinhos e meus pais comentarem que ficariam com a Bia.
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Sempre que viajo sozinha a pior parte é a ida. Sempre fico meio emotiva a caminho do aeroporto e pensando mil vezes se aquela viagem é mesmo necessária, e isso mesmo sendo viagens do tipo bate e volta, hahah! Mesmo vendo Bia quando acorda e muitas vezes antes de dormir no dia da viagem parece que a distância dói, é uma coisa meio louca… Bom, mas então achei que iria surtar indo pro aeroporto com o Leo, indo encarar uma viagem pra outro continente em que nós dois ficaríamos longe. Já tinha chorado de soluçar na noite anterior e nem passei maquiagem direito, com medo de me borrar toda… Mas olha como as coisas são: teve uma confusão com o nosso voo de ida. O horário do embarque estava errado no checkin online e achamos que havíamos perdido o voo, tive que comprar passagem de última hora, o Leo ligando pra companhia e eu entrando no site de outra, uma loucura!! Resultado: ficamos loucos tentando fazer o voo funcionar e toda essa adrenalina fez com que eu fosse pro aero sem derramar uma lagriminha!

Chegando lá foi aquela loucura de aeroporto, embarcamos e foi tudo normal. Com essa confusão da ida chegamos a SP com um intervalo curtinho entre os voos e não deu tempo de ficar a toa, acabei ficando tranquila e não dei escândalo de saudade, heheh! Aliás, preciso comentar que antes de ter filho achava meio louco ver mães chorando de saudade antes de ir viajar a lazer… Eu pensava “ué, então não vai, ninguém tá te obrigando!”, mas né, como a gente é horroroso em julgar os outros! Só vivendo pra saber o que é ter a necessidade de ter vida própria, de estar sozinha, de ter tempo como um casal mas ao mesmo tempo achar insuportável ficar longe do bebê. Acho que vou me sentir dividida pra sempre, né?

O nosso primeiro dia em Barcelona foi melhor de todos. Assisto ao vlog e dá uma saudade maravilhosa, a gente estava feliz, curtindo a companhia um do outro e conhecendo lugares incríveis… Mas ao mesmo tempo foi o dia mais difícil, porque parecia que tinha alguma coisa faltando o tempo todo… E tinha, né? Heheh! A gente aprende a sempre pensar no bebê antes de pensar na gente, então foi esquisito me ter de volta pra mim mesma por inteiro.

Antes de sairmos fizemos meus pais prometerem enviar fotos e videos várias vezes ao dia. A gente sempre faz isso um com o outro quando um dos dois viaja, então recebíamos fotos dela acordando, brincando de manhã, almoçando, videos engraçadinhos… E era gostoso, não era aquela saudade ruim, sabe? Eu tinha lido alguns relatos antes que diziam que não era bom ficar ligando/ fazendo facetime e nos primeiros dias fiquei firme, mas lá pelo quarto dia eu não aguentei. Foi a coisa mais bonitinha ela vendo a gente e falando “papai! mamãe!”. Não quis me alongar muito no video, mas foi bom. Fiz uma outra vez na viagem também.

Eu também tinha medo de quando chegarmos ela estranhar ou até rejeitar a gente ou meus pais. Já soube de bebês que ficam tristes com quem cuida deles enquanto os pais estão fora porque sentem que eles foram ‘tirados’ dos pais. Também já vi bebês que ficam sentidos com os pais porque se sentem abandonados. Bom, aqui eu abri a porta, pensando nisso tudo, tentando ficar tranquila caso acontecesse… E quando entrei ela me viu, veio na minha direção, falou “mamãe!” e me deu um abraço. Ai gente, chorei! Foi tão fofo! Ela ficou tão tranquila!

Meus pais foram muito legais e vieram ficar na nossa casa nesse tempo, assim ela não saiu da sua rotininha, sabe? E durante o dia também tinha a babá dela, que ela (e a gente) ama. Acho que fato dela não ter ido pra outro ambiente contribuiu muito! E o mais legal é que depois desse tempo ela ficou super ligada nos meus pais, chamando por eles o tempo todo =)

Nossa experiência foi muito positiva. Conseguimos aproveitar bem a viagem, aliás, acho que oito dias foi o tempo perfeito, porque deu pra descansar e ao mesmo tempo no último dia a gente estava louco de saudade, se a viagem durasse mais acho que iria começar a ficar ruim. Sei que muita gente tem vontade de fazer algo parecido e tem dúvidas se deve ou não, e com base no que vivi digo que, se você tem uma boa rede de apoio, alguém em que confie para cuidar do seu bebê, vá sim!! Mas não fique mais do que oito dias, heheh!

Gravidez e maternidade

Parto: respondendo perguntas com Dra Quésia Villamil

Apesar de já ter ouvido falar em parto humanizado, foi só depois de engravidar que fui entender o que realmente significava isso. Além de pesquisar muito, ler vários artigos e assistir ao famoso documentário “O Renascimento do Parto” tive a sorte de encontrar uma profissional incrível para acompanhar a minha gestação. Acredito que por conta de tudo isso tenha tido uma experiência tão positiva de parto, como já contei pra vocês.
Fui ficando mais tranquila e informada a cada consulta com minha médica e como ao longo desse ano recebi inúmeras mensagens falando sobre parto, convidei a Dra Quésia Villamil para responder a algumas das perguntas de vocês e assim poder trazer um pouco do acompanhamento que recebi pra quem também se interessa pelo assunto. O resultado foram esses dois videos (já aviso que são longos, mas cheios de informação, vale a pena assistir!):

Os comentários do Youtube estão bem bacanas também, vale clicar no título do video para ler ;D