Gravidez e maternidade, Viagem

Viagem internacional com bebê de cinco meses

Depois de ensaiar com duas viagens curtas (São Paulo e Rio), chegou a hora da estreia da Bia em um voo internacional. Fomos pra Cancún na semana passada e foi bem diferente encarar um voo longo com um bebê de cinco meses. A primeira coisa que a ida da Bia influenciou foi a escolha do voo. Dentre as várias opções acabamos escolhendo as mais curtas possíveis, com menos conexões. Se ela não fosse eu talvez teria escolhido outra companhia aérea, mas isso exigiria uma conexão extra e isso não me pareceu prático com um bebê tão pequeno.

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Ida – voo diurno
Saímos de BH ao meio dia, com destino à cidade do Panamá (seis horas de voo). Nossa conexão no Panamá era de menos de duas horas e chegamos a Cancún às 21:42 (hora local. No Brasil eram 23:42). Sentamos em um assento ótimo, o equivalente aos assentos conforto, mais espaçoso, sabe? Isso foi importante porque queria ficar com a bolsa da Bia perto de mim, pra caso ela precisasse de alguma coisa (e eu mexia na tal bolsa a cada 20 minutos, boa escolha!). Também demos sorte de não ter mais ninguém ao nosso lado, então rolou até um momento Bia sentadinha em sua cadeira (por uns dois minutos, hahah).
Resumindo o voo: Bia estava cheia de energia e vontades, dando gritinhos histéricos e querendo mexer em absolutamente tudo. Ela se cansou de ficar sentada e começou a reclamar, mas nem as voltinhas que demos com ela pelo avião pareciam adiantar… Em determinado momento do voo uma família nos ofereceu o ipad com a Galinha Pintadinha, imagina se ela estava fazendo barulho? HAHA! Ela só ficava quieta mamando, e bem, foram seis horas que demoraram a passar, ela não dormiu nada.
Na conexão ela continuou elétrica, virando a cabecinha pra ver tuuuudo no aeroporto (é fofo demais). Aí foi só entrar no avião rumo a Cancún pro sono bater (coincidentemente bem na hora que ela costuma mamar pra dormir em casa). Mamou logo que embarcamos (sempre tento fazer com que ela mame na decolagem e aterrisagem, para não correr o risco do ouvidinho doer. Nem sempre consigo e até agora ela não pareceu incomodada) e ela dormiu quase o voo inteiro, acordou já no aeroporto do México. E aí comecei a ficar preocupada: ela queria ver cada cantinho do aeroporto e ficou acordadona até sairmos da área de desembarque, o que demorou umas duas horas e meia! Nunca tive um desembarque tão lento, aparentemente a polícia do México é super rigorosa e inspeciona todas as bagagens… Nosso resort ficava a uma hora de distância do aeroporto, e como e previa ela dormiu assim que o carro começou a andar. Dormiu num horário maluco (era tipo 01:30 da manhã no Brasil!) e acordou só no dia seguinte.

Volta – voo noturno
Nosso voo era às 17:45 e eu estava mais tranquila com a volta, achando que seria mais simples pois ela dormiria o voo todo… Ela ficou tranquila durante o primeiro voo, de cerca de duas horas, até o Panamá. Mamou na decolagem mas não dormiu, ficou brincando, mas calminha, a moça que estava ao nosso lado dormiu o voo inteiro!
Na conexão no Panamá (de menos de duas horas) ela começou a dar sinais de sono, mas não dormiu (impressionante como ela é curiosa e não dorme por nada quando tem uma novidade pra ver hahaha!). Mamou assim que o avião começou a andar e dormiu. Aí veio o meu choque de expectativa X realidade: eu achava que o voo seria tranquilo, porque ela dormiria o tempo todo e consequentemente, eu também… Mas a cada mexidinha que ela dava no meu colo eu acordava! Resultado: Bia dormiu o voo inteirinho (e continuou dormindo no desembarque, só acordou quando entramos no carro aqui em BH), mas eu não preguei o olho a noite toda… A conclusão é: se eu puder, nunca mais faço voo noturno! Talvez fosse diferente se a Copa Airlines tivesse os tais bercinhos pra bebê que a maioria das companhias fornece, mas com ela no colo o tempo todo eu simplesmente não consegui relaxar.

O Choro
Antes da viagem eu ficava morrendo de medo dela chorar e de incomodar os outros… Mas sabe que quando aconteceu eu nem liguei? Bebês choram, não há nada que se possa fazer, e claro que a gente tentava de tudo para acalmá-la (nada mais irritante do que pais que não fazem nada quando a criança está incomodando!), mas tem horas que não há nada que acalme a criança, e quando aconteceu eu não fiquei morrendo porque ela estava fazendo barulho. Se me olharam feio eu nem vi, o que senti foi solidariedade da família que ofereceu o iPad, algo do tipo “tamo junto”, sabe?

As trocas
Na ida acabamos fazendo a troca de fraldas no assento livre, usando nosso trocador portátil e uma almofada de apoio que levamos, então nem testei o do avião. Sempre que desembarcava eu também fazia uma troca, os banheiros dos aeroportos têm aqueles trocadores dobráveis (e horrivelmente sujos) que eu usava também com nosso trocador portátil em cima. No voo noturno da volta não troquei, não troco a fralda dela a noite.

A bagagem
Definitivamente foi a viagem em que levei mais tralhas!! As coisas da Bia ocuparam a nossa maior mala praticamente toda (imagina o volume que uma semana de fraldas faz!). Fora isso, levamos também o bebê conforto (o resort era super longe do aeroporto, fiquei com medo dela viajar sem proteção por mais de uma hora na estrada) e o carrinho. O bebê conforto despachamos no checkin (junto com as outras três – TRÊS! – malas), o carrinho só na porta do avião. Na Copa o bebê conforto entra como uma bagagem, porque o bebê só tem direito a despachar um carrinho OU um bebê conforto (e quem inventou essa regra não tem filhos né). Na cabine fomos com uma mala de mão + bolsa da Bia + almofada de amamentação (uma menor que comprei pra isso) + minha bolsa. Gente, era muita tralha pra carregar, éramos as pessoas mais lentas do aeroporto!

Duas coisas foram imprescindíveis nessa viagem: a almofada de amamentação que compramos pensando no avião (esse é modelo) salvou os voos! Imagina que desconfortável (pra mim e pra ela) ficar seis horas com um bebê no colo? Ela me ajudava a apoiá-la não só durante as mamadas, foi uma ótima compra. A segunda foi o trocador portátil (o meu é parecido com esse), que tem uma bolsinha em que deixo fraldas + lencinhos + pomada e aí não tenho que carregar a bolsona pro banheiro na hora da troca. Fica mais fácil e o uso de um trocador portátil é imprescindível, todos que encontrei estavam bem sujos, não teria coragem de deitá-la sem nada!

Viagens longas são sempre cansativas, e com um bebê a coisa fica incrivelmente pior… Mas tudo vale a pena quando a chega no nosso destino, né? Vou fazer outro post falando da nossa estadia em Cancún com ela e como me preparei para ficar uma semana na praia sem passar apertos (deu tudo certo!), ok? Quem tiver perguntas é só deixar aqui embaixo!

Moda

Jardineira: como usar?

Se tem uma peça que eu acho super divertida no guarda-roupas é a jardineira jeans! A peça é tendência, super moderna e interessante. Separei alguns looks incríveis para te inspirar a comprar uma jardineira só sua, vem ver:

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Com camiseta: Combinação super simples e fácil de fazer! Não por isso deixa de ser linda! Da para manter o look super básico com um tênis ou subir no salto e fazer uma combinação mais arrumadinha.

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Jardineira + listras: Taí a minha combinação preferida! Acho chique, acho moderno e se combinado com um tênis fica melhor ainda! As listras são atemporais e par perfeito para as jardineiras.

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Com camisa branca: Combinação mais certeira de todas, a camisa branca fica perfeita com as jardineiras jeans se você quer um look mais arrumadinho, mas sem perder a graça que a peça traz. O look se torna super clean e cheia de possibilidades para os acessórios!

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Jardineira + casaco: Se o frio bater é só jogar um super casaco por cima do look! Minhas combinações preferidas são jaqueta de couro + jardineira com lavagem bebem clarinha, fica lindo! Se você preferir um look mais arrumado, é só abusar de casacos mais estruturados, como o blazer, que também cria um visual lindo!

Qual o seu mix favorito?

Moda

Tendência da vez: bandanas!

De uns tempos para cá eu tenho estado de olho em um acessório muito simples, mas que tem gente à beça usando por aí: bandanas! Os lencinhos têm aparecido cada vez mais dando um charminho em looks descolados:

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Agora no inverno é legal pensar na bandana como se fosse um colar, amarradinha no pescoço fazendo as vezes de lenços e cachecóis. Não é algo que vai te proteger tanto assim do frio ou do vento, mas é aquele acessório capaz de mudar totalmente o look – especialmente em produções que tem uma vibe mais rocker ou boho.
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Para quem não quer usá-la no pescoço, algo legal que tenho visto também são bandanas amarradas no pulso, na alça da bolsa ou então no cabelo. É para encarar o acessório como algo versátil mesmo, bem fácil de combinar e que dá um toque de estilo, sabe?
E o mais legal é que é um produto acessível, com preço bacana e fácil de encontrar em feirinhas. À propósito, qualquer lenço com formato mais quadrado e com estampa cashmir faz as vezes de uma bandana.

O que vocês acham da tendência? Topam usar?