Fast Fashion, Moda

Fast fashion: calças, calças, calças!

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Se tem uma coisa que tenho amado comprar são calças. Antes era BEM difícil encontrar peças que serviam, mas agora consigo comprar com tranquilidade a maioria dos modelos que gosto. A Renner tem uma ótima seleção de jeans, tanto skinny quanto boca de sino. Dessa vez fiquei apaixonada por dois modelos com a boca mais larga, uma jeans basiquinha e uma vermelha, cor que geralmente não é muito fácil de encontrar desse modelo. Outra peça que tenho gostado bastante são as saias lápis, e como sou a louca das listras, não tinha como não chamar atenção esse modelo listrado. Mesmo sendo coleção de inverno ainda é bem fácil encontrar peças mais fresquinhas, tipo esse vestido com renda branco. E para quem é a louca da mochila esse modelo em P&B com detalhes étnicos está lindo demais. Boa forma de variar as mochilas mais básicas do dia a dia!
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Se por um lado você ainda vê peças mais levinhas na Renner, a Zara apostou forte nas roupas de inverno e vi muitos tricôs, moletons e calças lindos por lá. A peça que mais amei nesse dia foi esse colete de alfaiataria mais compridinho. Acho chique, faz qualquer roupa básica ficar elegante! Outras peças super elegantes são o vestido com estampa geométrica de manguinha e o tricot em P&B. Se você é mais clássica o tricot bordado com pedraria é super chique e o vestido de manga curta fica lindo nos dias mais quentes. Também fiquei apaixonada por esse jeans boyfriend. Além dos rasgadinhos padrões ele é manchadinho de tinta que é uma graça.
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Na C&A encontrei um mundo de jaquetas de couro de todos os estilos e cores. Geralmente a gente fica presa ao preto, mas existe toda uma gama de cores a serem exploradas. As minhas preferidas foram as de tons marrom, essa mais clarinha de textura e a caramelo com detalhes em dourado. Além das jaquetas de couro também vi vários blazers bonitos e dessa vez o meu preferido foi esse cinza escuro. E a minha peça da C&A preferida foi essa calça preta com um rasgado estratégico no joelho. Se vocês acompanham street style gringo já devem ter visto esse modelo aos montes, né?

Quais suas peças preferidas dessa semana?

Gastronomia, O Chef e a Chata

Receita de Pé de Moleque – O Chef e a Chata

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A receita de hoje é especial: tem gostinho de infância! Todos os anos meu pai faz pé de moleque em junho, é uma mini tradição lá em casa. Lembro muito de roubar alguns enquanto meus pais estavam no trabalho e ele me dizia para não comer tudo, hahah! Hoje quem ensina é meu pai e a receita é super simples e muito, mas muito gostosa! Vem ver:

Ingredientes:

1 kg de rapadura
1 lata de leite condensado
500g de amendoim
água
farinha de mandioca para polvilhar

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Preparo:

Pique a rapadura com ajuda de uma faca, para derreter com mais facilidade. Coloque-a numa panela com um pouco de água para ajudar a derreter (cerca de ½ xícara de água) e leve em fogo alto. Enquanto derrete, pique ¼ do amendoim, grosseiramente, com ajuda de uma faca. Reserve. Limpe uma superfície de granito (uma parte da pia, por exemplo) e salpique um pouco de farinha de mandioca ali. É onde despejaremos o doce e isso ajuda a não grudar na pedra. Quando a rapadura estiver completamente líquida junte o leite condensado e comece a mexer até engrossar. O ponto é o mesmo do brigadeiro, quando começar a soltar do fundo está pronto. Mesmo assim, faça o teste do ponto: Deixe uma vasilhinha com água ao lado e pingue um poquinho do doce. Se endurecer, está bom. Misture o amendoim e vire em seguida na pedra preparada com a farinha de mandioca. Esparrame bem com a colher e aguarde um pouco para que esfrie. Não deixe esfriar completamente, assim que estiver morno, corte losangos com uma faca. Depois disso é só servir.

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Quem fizer não esquece de marcar no instagram com a #ochefeachata pra gente ver! E aproveite pra se inscrever no canal e assistir aos videos primeiro.

Textos

Ex é para sempre

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Em algum momento vocês vão se encontrar. Seja no meio de qualquer canto da cidade ou curtindo um mesmo status no Facebook. Não importa quem terminou ou porque terminaram. O fato, é que aquela pessoa que participava da sua vida na mesma frequência que você calçava chinelos, não existe mais no seu dia-a-dia e anda solta pelo mundo. De amigo íntimo de todas as suas cores de roupas íntimas, de repente, aquela pessoa se transformou num estranho fora do ninho. E ela já pode estar construindo um novo ninho, que pode estar em qualquer canto do planeta terra. Existe a possibilidade dessa pessoa surgir no meio da rua trocando de calçada ou esbarrando em você no corredor do shopping. Encare: enquanto não diminuem os preços de passagens para marte, é inevitável, você e o seu ou a sua ex podem se ver qualquer dia desses.

O que aprendemos depois é que o mais difícil não é o o término, é o pós termino. O mais difícil não é aquele primeiro momento que você fica sem. É ver algo que te pertenceu, dias, meses ou até anos depois, andando por aí, como se o passado não existisse, como se não soubesse mínimos detalhes bobos sobre a sua personalidade. Como por exemplo, que você odeia picles. A gente não sabe se um estranho gosta do hambúrguer com ou sem picles. Mas se ele tem uma memória boa, ele sabe isso de você. Então é mais ou menos isso: você virou um estranho muito conhecido. E a outra pessoa também.

É educado cumprimentar, sorrir, dar dois beijinhos (pode acontecer um lapso de “onde eu beijo mesmo?”), dizer que está bem – mesmo que não esteja – e em caos extremos, caso der de cara com a pessoa na farmácia, se esconder atrás da prateleira de papel higiênico. O reencontro, que você imaginou por meses como seria, provavelmente sairá de uma forma totalmente diferente. É que momentos constrangedores, estranhos e que nos fazem agir como robôs, nunca saem como o planejado. Concordo com um amigo que uma vez disse: namorado é passageiro, ex é para sempre.