08.07.2013 Lu Ferreira

Como reservar hotéis pela internet (e não cair numa fria)

Em: Blog Chata de Galocha, Viagem

Sempre que faço posts contando de viagens recebo a mesma pergunta: ‘Qual agência você usou?’ ‘Como reservou o hotel?’ ‘Me indica um hotel em tal lugar?’. E acho compreensível, afinal, pelo menos pra mim, se o hotel for ruim a minha viagem já começa azeda, não consigo aproveitar. Mas ao mesmo tempo não tenho muita paciência pra ir até agências, a maioria das viagens que já fiz fui eu quem planejei, sempre com o nosso amigo Google e alguns truques que fui aprendendo pelo caminho. Hoje vim mostrar o meu processo de reserva de hotéis, que modéstia à parte funciona 95% das vezes (estatística inventada, mas é que só não curti um dos hoteis que reservei assim até hoje, heheh)!

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O meu primeiro passo é sempre ir até o Booking, site especializado em reservas. Coloco a cidade e as datas, e vejo as opções disponíveis, que prefiro separar por preço. Eu sempre tenho um orçamento definido pro hotel, claro que dependendo da viagem posso resolver esbanjar um pouco (a média do meu hotel em Santorini foi bem mais cara do que o que fiquei em Miami, por exemplo, mas né, Lua de Mel X viagem de compras, acho que tem hora pra gastar e hora pra economizar), mas em geral procuro hotéis bem localizados, com uma cama com cara boa e ambiente limpo e novo. Isso é bem fácil de ser encontrado nos EUA, por exemplo, mas em Roma já foi um desafio…

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No Booking você também seleciona o número de pessoas por quarto, isso influencia no preço. Na minha viagem imaginária selecionei NY entre 11 e 18 de Outubro, refinando a minha busca por Manhattan (você pode escolher na barra lateral esquerda os opcionais). Fui pesquisando (e morrendo de vontade de ir pra NY) até que encontrei um hotel simpático, no Chelsea. Bonitinho, preço ok, e aí chega a segunda etapa da minha pesquisa de hotéis: pesquisar no Trip Advisor. (more…)

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Em: América do Norte, EUA, NY, NYC, Viagem

Antes de sua chegada a NY, preciso contar algumas coisas, pra prepará-la para o semi choque: hotéis em NY, apesar de super caros, são bem diferentes do que encontramos no Brasil. A maioria não tem frigobar, nem café da manhã. Você também vai estranhar o banheiro, que dificilmente terá um box de vidro… Seus banhos serão numa banheira com cortininha, sabe como? Pelo menos se você for como eu, que prefere não gastar tanto num hotel incrível e deixar para torrar seus dólares em compras e restaurantes! Mas claro, você não vai ficar em qualquer buraco, né? Heheh! Dá pra achar hotéis razoáveis a preços ok (eu ainda acho caro) para NY, e eu já fiquei em três:

Foi o último dessa viagem que acabei de fazer. Todas as vezes, escolhi meu hotel pela internet, seguindo as recomendações dos sites Booking e do Trip Advisor, e nunca me dei mal =)
O Manhattan Centre fica ao lado do Rockfeller Center e da Saint Patrick’s Cathedral, ou seja, localização incrível! Outra coisa bacana é que eles têm um restaurante no terraço, que serve buffet de café da manhã simpático por 11 dólares/pessoa, um preço bem bom se você parar pra pensar que um café do Starbucks custa 6 dólares. As opções do café são mais enxutas do que a maioria dos hotéis no Brasil, mas tem frutas, cereais, pães e sucos, dá até pra ser saudável!
O quarto é ok: não é enorme, mas não é micro, tem uma escrivaninha, internet grátis (mas a wi-fi é péssima, só consegui sobreviver – dramática – porque ligando o cabo ela ficava boa) e uma cafeteira. Duas coisas são muito importantes pra mim num hotel: a cama e o chuveiro. Sério! Hahah! É o que a gente precisa depois de um dia de andanças, né? E no MC, o chuveiro é bom, apesar de parecer péssimo, e a cama é média. Tipo, não custava ter mais um travesseiro, vai!
No geral, é um hotel bom, mas acho que não me hospedaria de novo, por um motivo bem a minha cara: o atendimento. Que povo grosso!!! TODOS os atendentes da recepção eram péssimos, parecia até que foram treinados pra isso…

O New Yorker foi o primeiro hotel que conheci em NY, na viagem do ano passado. Ele é bem impressionante: lobby enorrrrrme, muita gente circulando, e o prédio, como dá pra ver na foto, é gigantesco. Lembro que tocava Breakfast at Tiffany’s quando entrei para fazer meu check in, eles fazem super de propósito, né? Heheh!
Mas então: o quarto era bem confortável, a cama era deliciosa e incrivelmente difícil de sair pela manhã, heheh! Tinha um closet (ainda bem, eram duas mulheres num quarto, imagina a quantidade de roupa!), uma cômoda com a TV em cima (que em quase 15 dias por lá, não conseguimos descobrir como funcionava, parecia que era tudo payperview) e uma escrivaninha. Também tem internet, mas não espere tomar seu café por lá: eles te direcionam para o diner ao lado (que é até legal, vale conhecer o Tik Tok), mas é aquele café americano, né? Panquecas e tals. Ah, e mais uma vez, nada de frigobar nem nada que possa te ajudar a matar a fome no quarto.
O chuveiro do New Yorker era bem mais ou menos, mas foi o banheiro mais espaçoso que conheci em NY =) E quanto ao atendimento, eles não chegam a ser grossos, mas um pouco impacientes, talvez… Parece que têm preguiça de turista gringo e presumem que todos não entendem o que eles tão fizendo, sabe?
Também não ficaria de novo no New Yorker, mas é mais por uma questão de custo x benefício… O hotel podia bem oferecer qualquer coisinha para o hóspede, né? Eles te dão o quarto e é isso aí, não espere nenhuma cortesia. Outra coisa que não amei: a localização. Tem gente que vai super discordar, porque ele fica na 34ª com 8ª avenida, ou seja, bem na bagunça turística… Mas é justamente por isso que não gosto tanto, hehe…

O Candlewood Suites é o menor hotel que fiquei, e meu favorito. O motivo? É tudo muito simples! Check in simples, quarto simples (e o maior e mais confortável)… Não tem nenhuma firula, mas tem uma cozinha no quarto, com geladeira em tamanho normal, microondas, fogãozinho, cafeteira e até lava louças! Tem também escrivaninha, cômoda e TV, e claro, internet.
A cama era bem boa, enorme e macia (nhammmmm), o chuveiro era médio, mas eu superei, hehe. Também tinha um mini closet, e o tamanho do quarto era bem bom. Como sempre, o atendimento conta muito, e aqui todo mundo foi simpático e prestativo, o que me fez amar o hotel. A localização também é boa: fica na 39, entre 8ª e 9ª avenida, ou seja, bem perto da Times Square, mas a rua é super tranquila, sabe?
Não tem café da manhã, mas o óbvio aqui é que você compre o que quiser e prepare o seu café na sua mini cozinha, né? Bem econômico! O Candlewood foi também o hotel mais em conta em que fiquei… E como é bacaninha, é o que ficaria de novo, afinal, coisa mais linda que é não gastar tanto para ficar num lugar confortável e tranquilo, né?

Sobre os preços: paguei média de $200 dólares no New Yorker, $195 no Manhattan Centre e $184 no Candlewood. Hotel em NY é caaaaaro, difícil achar algo muito mais em conta que isso. Claro, tem sempre os albergues (e um hotelzinho simpático que chama The Pod, que tem quartos com shared bathroom pra quem quiser economizar e não se importar em dividir banheiro – eu me importo) e a opção que me parece mais interessante pra quem vai passar muito tempo ou vai com um grupo grande de pessoas: alugar um apartamento! Uma amiga alugou via site e deu tudo certo, e dá pra achar aptos legais por tipo $250 dólares/dia. Imagina dividindo por 6 pessoas? Bem mais econômico do que um hotel, né?
Os dois sites que falei no início do post, Booking e Trip Advisor, são bem bacanas pra quem está procurando um hotel, em qualquer lugar do mundo! No Trip Advisor você olha as reviews de quem já se hospedou em cada local, e tem uma coisa muuuuuito legal, que são as fotos de gente de verdade, que se hospedou no lugar, bem mais fáceis para você ver como é o hotel que está pesquisando do que as fotos de divulgação, né? E no Booking, dá pra fazer a reserva por preços promocionais, e o site é sim confiável, tá? É que de vez em quando bate a insegurança, afinal os preços podem ser tentadores… Mas já usei o site várias vezes e sempre deu tudo certo, recomendo!

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