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Lifestyle

O que “Roube como um artista” pode te ensinar sobre criatividade

17.08.2018
Redação Chata de Galocha

“Roube como um artista”, de Austin Kleon, é aquele livro que toda pessoa que trabalha com criatividade deve ter na cabeceira. Esse tal do “tem que ter” é às vezes muito chato, mas é fato que este livro ajuda a abrir a cabeça de uma forma diferente. Ele desdobra a criatividade em 10 dicas que vão te ajudar a produzir melhor e é um livro que você vai ler grifando, anotando e tendo um pensamento diferente a cada página.

O mais legal de “Roube como um artista” é que ele desmitifica um pouco essa história da criatividade ser algo muito exclusivo. Não, não é! Todos nós somos seres criativos, já que todos nós podemos criar coisas. O que falta às vezes é um exercício para que essa criatividade apareça e seja aproveitada. Pode até parecer uma fala um pouco clichê, mas é verdade que toda essa potência criativa que buscamos está dentro da gente o tempo todo.

Como a gente disse no começo do post, é um livro que você vai ler querendo anotar várias ideias – e foi justamente isso que a gente fez, óh:

1. “Roubar” as ideias dos outros não é de todo ruim

Vamos concordar que nessa vida nada é original? Pois é, hoje em dia é praticamente impossível criar algo do zero, algo que ninguém pensou. Parece que tudo já foi feito! E quando Austin fala sobre “roubar ideias”, ele diz justamente isso: é inevitável roubar ideias dos outros, mas é importante diferenciar esse roubo de cópia. Tudo que você cria é um conjunto de roubos alheios, ou seja, referências que você pega por aí. E dessas referências você acaba montando algo que é seu. É assim que você alimenta sua criatividade, com referências diversas, com o seu olhar sobre as coisas para criar algo seu. Isso é diferente de cópia, entende?

2. Você está pronto para criar!

A gente tem essa mania de ficar esperando o momento certo para começar a fazer algo, né? Com certeza você está com medo de começar, não sabe de onde partir e até mesmo duvida da sua capacidade de conseguir fazer o que quer – a famosa síndrome do impostor! Se você ficar esperando estar pronta para fazer o que quer, pode ter certeza que você não vai fazer. O que o livro aconselha é você simplesmente começar. Vai lá e faz. E continue fazendo, mesmo que bata uma insegurança. É o que autor diz: você tem que “fingir” até conseguir. Vá sempre amadurecendo e trabalhando suas ideias!

3. Driblar a síndrome do impostor é importante

Este livro fala muito sobre esse termo. Síndrome do Impostor é quando você duvida de toda a sua capacidade, quando você basicamente se acha uma fraude, uma enganação. E com isso você vai deixando de fazer as coisas por não se achar boa o suficiente. Vai ser difícil driblar essa sensação, mas é possível colocá-la de lado sempre que aparecer para sabotar os seus projetos. Sempre que você se sentir assim, uma fraude, pense: por que estou fazendo isso? Deixar de fazer vai me sentir melhor? Pensar nos seus objetivos e na importância do seu projeto vai fazer com que você não desista dele. 

4. Ser desconhecido é bom

A gente fica nessa busca louca por sucesso e reconhecimento antes mesmo de saber o que está fazendo e se esquece que ser desconhecido é uma coisa boa no começo. Como o livro diz, ninguém cobra nada de alguém desconhecido. Uma pessoa desconhecida é uma pessoa livre para experimentar, criar e fazer coisas loucas quando praticamente ninguém está olhando. Aproveite seu anonimato para pensar em outras formas de fazer o seu trabalho.

5. Tenha um hobby

O livro diz muito sobre procrastinação produtiva, que é você ter projetos paralelos, coisas que você faz sem muita pretensão e pode ir pulando de hobby em hobby quando o anterior não der muito certo ou te enjoar de alguma forma. Se permita também ter um tempo livre para não fazer nada. Aquele tempinho que você tira para ficar completamente desocupado, descansando a mente.

6. O mundo é uma cidade pequena

“Seja legal. O mundo é uma cidade pequena”. Essa é uma frase que dá para levar pra vários pontos da vida, né? Às vezes a gente esquece que estamos sempre nos trombando por aí, então não vale muito a pena arrumar brigas bobas e fazer inimizades sem grandes motivos aparentes. Ignore pessoas que te incomodam e cerque-se daqulas que podem te inspirar de alguma forma.

8. A internet faz a gente ter um mundo nas mãos

Antes a gente tinha muitas barreiras geográficas para aprender, hoje em dia não. Aproveite tudo de bom que a internet tem a oferecer, pesquise, pesquise e pesquise. Um exercício muito legal que o livro indica é você procurar as inspirações de quem tem inspira. Use a internet para começar a aprender sobre essas pessoas e aí construir também as suas referências. O Google é seu melhor amigo sim!

9. Saia de casa e busque inspiração

Pode parecer contraditório, mas ao mesmo tempo que você pode ter o mundo nas mãos, é preciso sair de casa pra ver esse mundo mais de pertinho. Acaba que uma coisa completa a outra! Nem que seja dar uma volta no seu bairro. Saia de casa um pouquinho pra ver a rua, ver gente. O seu local de trabalho é onde você coloca sua criatividade em prática, mas para exercitá-la você precisa sair um pouquinho para outros lugares!

Colocamos aqui apenas um resuminho do que você vai encontrar no livro, tá? Ele é daqueles que você vai sempre querer ler e reler quando bater um desespero na hora de criar as suas coisas, kkk! Você já leu esse livro? Se sim, não deixe de compartilhar com a gente o que aprendeu com ele!

7 Comentários  |  Deixar Comentários

Comentários:
  1. Daiane    17/08/2018 - 11h26

    Adorei o post..me lembrei de uma frase que o saudoso Chacrinha usava, nada se cria tudo se copia!! Rs
    http://senhoritadoslacos.blogspot.com/
    Bjos

  2. Débora Quirino Martins    17/08/2018 - 15h22

    Esse livro é MUITO maravilhoso <3 Li emprestado mas tá na lista dos "a comprar" pq preciso ler de novo hahaha um livro que li esses tempos e é na mesma pegada é o Big Magic da Elizabeth Gilbert, bom demais! E tô lendo o Caminho do Artista da Julia Cameron que é um desbunde :)

  3. cris    17/08/2018 - 15h23

    Oi Lú! Td bem? Só uma diquinha como profissional de UX, se o Youtube é um dos canais de mídia que mais traz retorno financeiro pra sua empresa, ele deveria estar no menu principal do seu site! Ex.: Vídeos/ Moda/ etc.
    Uma regra simples de melhorar a visualização vinda do seu site pra conversão. :)
    Tive que rolar a página até no rodapé pra achar o link do seu canal. :/
    E problema algum ter tbm no rodapé, algumas duplicidades são bem vindas!

    bjo

    • Lu Ferreira    20/08/2018 - 11h25

      Ei Cris! Mas ele está em cima tb, logo abaixo da minha foto de perfil na Sidebar, dá uma olhada =) De qualquer maneira, dicas são muito bem vindas! Obrigada!

  4. Vânia    17/08/2018 - 15h45

    Não conhecia, mas fiquei bastante interessada. Tenho um da Disney falando como os designers pensam a fantasia de lá, e dizem que o que mais temem é uma página em branco.
    No mundo de blogs, da comunicação e publicidade uma boa ideia é o diferencial.

    http://www.ziperchique.com.br/2018/08/produtos-biore-oleo-de-limpeza.html

  5. Ericka    17/08/2018 - 15h58

    Exatamente o que eu precisava ler hj.
    Obrigada!

  6. Gabi Pinheiro    21/08/2018 - 11h27

    Uma livro ótimo que também fala sobre criatividade é “A Grande Magia”. A todo o momento ele mostra que a criatividade está nas pequenas coisas do nosso dia a dia e que nós podemos estimular a nossa mente a ser mais criativa.
    Vale muito a leitura.

#TBT do dia mais doce dos últimos tempos! Quem também conseguiu ver de pertinho a Casa Doce da @flormeloficial? Meu espaço favorito era essa sala em que a gente podia provar todos os bombons - até os meus favoritos, de chocolate belga! Quem também ama? #FLORMEL 😋
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